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ARTIGOS E INFORMAÇÕES SOBRE O MUNDO ONLINE

Cuidados simples reforçam segurança de rede Wi-Fi

Com freqüência, os usuários de tecnologia compram roteadores Wi-Fi, instalam esse equipamento para ter acesso sem fio à internet e deixam para depois as configurações de segurança. Essa prática, no entanto, não é aconselhada pelos especialistas -- além de facilitar o roubo de dados, pode fazer com que o dono da rede responda na Justiça por ações ilícitas de pessoas que desconhece. Isso pode ser evitado com alguns cuidados simples, sugeridos por especialistas em redes Wi-Fi.

“As ameaças estão aumentando muito nesse tipo de rede e é preciso saber como se proteger. Os hackers também estão se interessando cada vez mais por esse tipo de ambiente e aumentando suas habilidades nessa área”, afirma Tiago Capoano, da EsyWorld (representante no Brasil da empresa de segurança Kaspersky). Um teste do G1 realizado em São Paulo comprova a falta de cuidados dos usuários de redes Wi-Fi.

Cláudio Smith, gerente de produtos da Siemens Home and Office, afirma que uma rede sem fio vulnerável facilita a captura de dados transmitidos entre o computador e o roteador. Além disso, alerta que, se não configurada adequadamente, esse tipo de conexão facilita a invasão de PCs também desprotegidos -- quando consegue esse tipo de acesso, uma pessoa mal-intencionada consegue roubar dados da máquina e instalar nela códigos maliciosos.

Por esses motivos, os especialistas são unânimes: o acesso sem fio à internet deve estar sempre associado a cuidados com a segurança. “O usuário doméstico tem de seguir os passos indicados pelos fabricantes de roteadores e usar ferramentas que garantam a segurança de seus dados”, defende Antônio Mariano, diretor de tecnologia da 3Com. Além do manual, a ajuda na configuração pode vir dos CDs de auto-instalação, suporte das fabricantes de roteadores ou até mesmo daquele conhecido que entende tudo de informática.

Abaixo, o G1 reuniu as principais dicas de segurança em relação aos roteadores. A forma de configurar cada aparelho pode ser diferente, mas as sugestões se aplicam aos mais variados modelos. Confira.

 1 - Senha, sempre

É essencial que o acesso à rede Wi-Fi seja liberado mediante uso de senha. Assim, teoricamente só poderão navegar na “sua” internet sem fio as pessoas para quem você passou o nome da rede e também a senha.

 2 - Esconda sua rede

Para evitar que o vizinho pegue carona na sua conexão de internet, é possível configurar o roteador para que ele não divulgue o nome de sua rede -- ou, usando uma linguagem mais técnica, você deve desabilitar o SSID (Service Set Identifier),tornando-o invisível. É o SSID que permite ao computador identificar uma rede e, se ele não for exibido, o “ladrão de Wi-Fi” não terá como adivinhar a existência daquela rede. Ainda assim, se por acaso ele conseguir visualizá-la, encontrará a barreira da senha de acesso sugerida no item 1.

 3 - Criptografe

Os roteadores permitem a criptografia de informações, com o objetivo de dificultar a captura de dados quando eles trafegam entre o computador e o roteador (e vice-versa). Os especialistas recomendam o uso de dois padrões de criptografia: o WPA ou WPA2, pois o padrão WEP já é considerado ultrapassado. O uso da criptografia pode tornar uma rede Wi-Fi até mais segura que uma conexão à internet via cabo, que não tem esse recurso.

 4 - Endereço certo

Como medida de segurança “extra”, configure seu roteador para que ele só libere acesso a endereços MAC (Media Access Control) de computadores previamente cadastrados -- esse endereço é responsável pela identificação de cada máquina. Essa é a dica mais complexa e, por isso, talvez não seja ideal para os leigos. Você pode aprender a identificar esse endereço em fóruns de internet ou pedindo ajuda para algum conhecido que entenda de informática.

Fonte: G1 > Tecnologia

Quanto custa um negócio na internet

A variável custo é fundamental para a análise de qualquer empreendimento. No caso do comércio eletrônico, alguns de fatores de custo que normalmente não ocorrem no comércio tradicional, ou ocorrem em menor escala, são os seguintes:

Implantação e manutenção da loja virtual. De forma simplificada, pode-se dizer que a loja virtual consiste em um conjunto de sistemas que possibilitam a realização de pedidos diretamente pelos clientes e o gerenciamento de todos os processos do negócio, como  divulgação,  promoção,  venda e entrega. Pode-se contratar um desenvolvedor para montar uma nova loja sob medida, mas a tendência verificada no mercado é a contratação de um fornecedor que já tenha a solução pronta e testada para centenas ou até milhares de clientes, fazendo-se apenas a customização de  acordo com a necessidade específica de cada cliente. Existem diversas faixas de custo que variam conforme o grau de flexibilidade da solução e a variedade de funções disponibilizadas pela loja virtual. Pode-se partir de uma solução básica, como a oferecida pela OmniBrasilShop, com um investimento de aproximadamente R$ 2,5 mil e cerca de 60 reais ao mês de manutenção e hospedagem. Já uma solução intermediária, como a oferecida pela CiaShop, que possibilita maior customização, além de interessantes recursos mercadológicos como sistemas de promoções, mala-direta, programa de afiliados, entre outros, custa algo ao redor de R$ 4 mil e cerca de R$ 400 ao mês. Na faixa mais alta, normalmente voltada para empresas de médio ou grande porte que delegam totalmente a realização e o gerenciamento do comércio eletrônico (inclusive a operação logística),há empresas como a Escalena, que, a um custo a partir de R$6 mil/mês, funciona como um braço de vendas de seus clientes na Internet, de forma totalmente terceirizada. Como já existem no mercado bons fornecedores para as diferentes faixas de negócio, é importante que o empreendedor saiba do que efetivamente necessita em termos de recursos e, a partir daí, compare custos entre as empresas que atendam a sua  necessidade específica. Uma grande vantagem do comércio eletrônico, em relação ao comércio tradicional, é a possibilidade de iniciar o negócio com uma solução de menor custo e evoluir para plataformas mais sofisticadas, à medida que haja um aumento do volume de transações, diminuindo, assim, o risco financeiro do empreendimento.

Custo da entrega de mercadorias. Boa parte das lojas tradicionais não precisa se preocupar com a entrega da mercadoria, uma vez que o próprio cliente se encarrega de levar a sua compra. Para os negócios na Internet, no entanto, o processo de embalar, despachar e colocar a mercadoria na mão do cliente, com segurança e no prazo contratado, é uma rotina de importância estratégica. O custo de entrega está diretamente relacionado às características do produto, como peso, dimensão e perecividade, podendo variar imensamente. O maior prestador desse serviço, no Brasil, são os Correios, que possuem grande capilaridade no território nacional, mas novas empresas estão entrando nesse mercado e a tendência, com o aumento da concorrência, é a melhora nos custos. Atualmente, a compra de um livro de tamanho normal e preço de R$ 24 no Submarino.com tem uma despesa de frete de R$ 7,40 para a cidade de Birigui, no interior de São Paulo, e R$ 15,40 para a cidade de Manaus, ou seja, nestes dois casos, o frete representa respectivamente, 30% e 63% do valor do produto. Esse fator de custo afeta principalmente as lojas virtuais que trabalham com produtos de baixo valor unitário.

Custo financeiro. No comércio eletrônico, a quase totalidade das transações envolve o recebimento por meio de boleto bancário ou cartão. O custo para cada boleto pago no banco gira em torno de 2 reais, o que torna esse meio relativamente oneroso para produtos de baixo valor. Para receber por meio de cartão de crédito, a loja paga uma taxa mensal ao redor de 50 reais mais 4,5% do valor de cada transação, o que mostra que o famoso “custo-Brasil” também se faz presente no Comércio Eletrônico. A despeito disso, a boa notícia é que o varejo on-line fechou o primeiro semestre do ano com um estupendo crescimento de 79% em relação ao mesmo semestre do ano passado.

Fonte: Dailton Felipini

O que o email marketing pode fazer por sua empresa

Segundo pesquisas recentes, a comunicação através de emails é a atividade realizada com mais freqüência pelos usuários da Internet. Por sua vez, as empresas que, até pouco tempo atrás, comunicavam-se com seus clientes apenas por carta ou telefone, começam a utilizar o email como uma efetiva ferramenta de comunicação e de marketing. O termo email marketing, refere-se à utilização do email com objetivos mercadológicos, o que inclui o envio de mala direta eletrônica, mas não se limita a ela. As principais utilizações do email são:

Suporte as atividades da empresa. São os emails informativos, geralmente disparados automaticamente pelo sistema, que geram confiabilidade e segurança. Um exemplo disso é o cliente que acabou de realizar uma compra e recebe imediatamente um email da empresa agradecendo, confirmando os dados da transação e fornecendo informações adicionais, das quais ele possa vir a necessitar. É importante que as informações fornecidas sejam objetivas e esclarecedoras, a fim de evitar que o usuário tenha o trabalho de contatar a empresa para tirar dúvidas.

Suporte ao cliente. Canal que permite ao cliente se comunicar com a empresa de forma fácil, rápida e barata. É importante, nesse caso, que a resposta, além de rápida, seja personalizada e, principalmente, que atenda de forma efetiva a solicitação do cliente, para evitar que empresa perca credibilidade, ao invéz de adquiri-la. Um exemplo é o tradicional “Fale conosco” exposto em local bem visível do site.

eMail marketing como gerador de vendas. Embora possa ser confundida com a newsletter, a mala direta eletrônica visa a um retorno rápido, por meio do aumento nas vendas e, geralmente, não tem uma freqüência de envio regular. É o caso dos boletins com ofertas de produtos e promoções que você recebe de algumas grandes lojas da Internet, após ter adquirido algum produto ou ter fornecido seu email para essa finalidade. É o caso, também, das malas diretas não autorizadas enviadas para milhares de internautas, o famoso e odiado “spam”. Diferentemente da mala-direta eletrônica, enviada para clientes ou visitantes cadastrados, o Spam se caracteriza pelo envio da mensagem a um imenso número de endereços de emails, obtidos sem o consentimento de seus proprietários. Sem entrar em questões éticas, que por si só já justificariam a sua não utilização, o spam não é recomendável para nenhuma empresa que pretenda ter vida longa na Internet. As ferramentas anti-spam, como os filtros de email adotados pelos grandes provedores de acesso, estão cada vez mais eficientes, o que diminui substancialmente o volume de emails que chegam aos destinatários; e aqueles que chegam, geram, na maioria das vezes, muito mais raiva e incômodo do que vendas. Isso sem contar os problemas legais e punições dos provedores de acesso, a que estão sujeitos os spammers.

Assim como outros instrumentos de web-marketing, o email precisa ser utilizado corretamente. Nessas condições, torna-se uma poderosa ferramenta, geradora de relacionamento, identificação de marca e aumento nas vendas, além de propiciar um retorno sobre investimento - ROI - extremamente positivo.

eMail newsletter gerador de fidelização. É a comunicação que visa manter viva, no cliente potencial, a lembrança da empresa e seus produtos, estimulando credibilidade e confiança, na linha do famoso slogan: “você conhece, você confia”. Uma Newsletter é um boletim enviado periodicamente aos clientes e visitantes do site. Neste formato, é fundamental a relevância do conteúdo para que haja interesse na leitura e na continuidade do recebimento. Se a newsletter não oferecer nada de útil ao público-alvo, é melhor não a enviar, pois o resultado será nulo.

Fonte: Dailton Felipini

Usabilidade como dinamizador de interação

Em linhas gerais, a usabilidade tem como principal objetivo facilitar, sem deixar de se tornar agradável, a interação do usuário durante a navegação no website. Como se sabe, esta questão vai muito além de um design arrojado ou bonito.

Um website, seja ele feito para a internet, ou para o telefone celular, deve oferecer ao usuário uma disposição das informações que o leve para a obtenção de suas respostas -e, conseqüentemente, propiciar uma experiência que gere benefícios para os negócios da empresa. Promover a interação entre o usuário e as informações dispostas na implica em entender e, se possível, prever o comportamento humano nessas situações.

Promover esta interação entre pessoas e um sistema gera ambiguidades que precisam ser consideradas na hora de um projeto. Portanto, durante a execução de um projeto de usabilidade é necessário destinar grande parte do tempo em estudos e testes que permitam que o site seja feito considerando "o olhar do público".

Este trabalho envolve fazer um levantamento preciso para minimizar erros: para isso, é preciso levar em conta aspectos da reação humana, o jeito pelo qual o usuário irá usar a razão e a emoção para interagir com as informações dispostas na interface.

O investimento nesta parte da compreensão das necessidades do usuário certamente minimiza os riscos de, por exemplo, uma reengenharia do website depois de sua estréia. O que é pior: gastar mais tempo e algum dinheiro durante a fase de projeto ou correr atrás de erros que poderiam ter sido evitados quando o website já está no ar?

Sabendo disso, vale a pena elencar alguns fatores que ajudam na determinação da estratégia de usabilidade de um projeto.

Pesquisar e aprender com o usuário

Obter informações quantitativas (estatísticas, perfis) e qualitativas (relação do usuário com o website e com os dos concorrentes, por exemplo) podem definir premissas sólidas para o planejamento do projeto.

Validar soluções sempre.

Durante a execução, o projeto deve ser avaliado de forma contínua, a fim de diminuir riscos e retrabalhos em etapas posteriores - é um trabalho em constante evolução.

Monitoramento de resultados.

Após o lançamento, deve-se ficar atento às métricas mais significativas, a fim de direcionar ações de evolução. Também é a fase onde se tem certeza de que a pesquisa junto ao usuário foi realmente eficaz.

Adotar uma cultura de usabilidade

É interessante adotar uma cultura de usabilidade na empresa, a fim de estimular as opiniões de usuários, ter como rotina a realização e acompanhamento de testes periódicos e, sobretudo, envolver e conscientizar todos os níveis hierárquicos da empresa.

Usabilidade e análise de métricas andam junto.

Muitos ainda não sabem como avaliar o retorno preciso de um investimento em usabilidade, mas existem alguns indicativos que podem ajudar na avaliação. Uma métrica que indique a diminuição de consultas ao SAC da empresa, por exemplo, pode ser um indicativo da eficácia da usabilidade. Uma melhoria na percepção da marca por parte dos usuários também pode funcionar como parâmetro. Por outro lado, se existem dificuldades no processo de compra de um site de comércio eletrônico, por exemplo, este é um fator que pode indicar a necessidade de mudança no website.

Priorize investimentos

Se seu site tiver um problema de usabilidade e o orçamento estiver curto, lembre-se de priorizar os investimentos. Erros de usabilidade que não causem um grande impacto para os negócios, mas que exigem um investimento alto, não devem ser priorizados, por exemplo. É interessante privilegiar investimentos equilibrando o custo com o impacto percebido pelos usuários. Este impacto é bem detectado por meio de testes de usabilidade.

É preciso testar

Testes de usabilidade são imprescindíveis para obter bons resultados. Embora muitos temam os custos decorrentes da iniciativa, existem vários tipos de testes que podem ser aplicados, com custos menores - e é necessário lembrar que os eventuais custos de um teste serão compensados com a satisfação dos usuários dos sites.

Lembre-se: seu usuário é exigente

O público que utiliza aplicações digitais está a cada dia mais exigente e não hesita em criticar e disseminar sua insatisfação a respeito de websites que não ofereçam experiências interessantes. Portanto, é hora de entender, de uma vez por todas, que usabilidade não é mais "papo de designer", e sim um aspecto indispensável a ser considerado na estratégia digital das empresas.

Fonte: Marstela Alves