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Servidor dedicado ou compartilhado? Entenda as diferenças antes de escolher!

Com o passar dos anos, ter uma presença na web tem se tornado cada vez mais simples. Com toda a tecnologia disponível atualmente é possível colocar a sua empresa na web em questão de dias. Mas antes de colocar seu site no ar, é preciso tomar algumas decisões. Uma das primeiras escolhas que você precisará fazer, é optar por contratar um servidor compartilhado ou um servidor dedicado.

Essa escolha afetará diretamente o desempenho do seu site, por isso é importante saber como funcionam esses serviços. Antes de entender as principais diferenças entre eles, será preciso responder a seguinte pergunta:

Qual é a necessidade do seu site?

Como você certamente já percebeu, existem inúmeros tipos diferentes de sites. Portais, blogs, sites pessoais, institucionais, hotsites, redes sociais, sites de serviços e tantos outros com funcionalidades específicas. Cada um deles requer um perfil de hospedagem apropriado.

Ao fazer o projeto do seu site, você precisa observar qual é o perfil que ele vai ter. Será um portal de conteúdo com milhares de acessos simultâneos? O site irá demandar muito processamento e memória do servidor? Você vai precisar de quanto espaço em disco para armazenar arquivos? O seu site é um serviço que não pode ficar indisponível?

Essas perguntas são importantes para que você defina o perfil do seu site e com isso contrate o tipo de hospedagem correta para ele. Ao começar o projeto, tenha consciência do tamanho que o seu site vai ter e quais são os pontos fundamentais dele.

Características do servidor compartilhado

A principal vantagem do servidor compartilhado é o custo reduzido. Esse tipo de servidor se caracteriza por diluir os custos de hardware entre diversos clientes. isso significa que em um mesmo servidor podem haver dezenas ou centenas de sites ao mesmo tempo.

Quando falamos em termos de custos, essa característica é uma vantagem. Só que se levarmos em conta o desempenho, o servidor compartilhado acaba perdendo em relação ao servidor dedicado. Isso acontece pois cada site dentro do servidor possui uma cota de memória, espaço em disco e processamento.

Ao usar um servidor compartilhado, por mais que ele esteja ocioso, seu site nunca ultrapassará essas cotas pois é preciso garantir os recursos aos outros sites quando eles forem requisitados.

O servidor compartilhado é adequado para empresas de pequeno porte, ou pessoas físicas. Se você precisa colocar um portfólio na internet, ter um espaço na web para mostrar os serviços de sua empresa para potenciais clientes ou simplesmente manter um blog próprio, o serviço de hospedagem compartilhada vai te dar o melhor custo benefício. Por isso que esse tipo de plano é um dos mais populares do mercado.

Características do servidor dedicado

Os servidores dedicados são indicados para empresas que precisam de configurações de hardware diferenciadas. Alguns tipos de sites exigem mais processamento dos servidores, especialmente quando falamos em termos de acessos simultâneos. Quanto mais pessoas estiverem conectadas ao seu site ao mesmo tempo, mais recursos de hardware serão necessários para manter o site funcionando sem problemas. É preciso ter uma boa máquina para “segurar” um site desses.

Em contrapartida, manter um servidor próprio exige um maior investimento da empresa no departamento de TI: infraestrutura predial, hardware, profissionais qualificados e a lista segue com centenas de itens indispensáveis. Muitas vezes esse tipo de investimento torna-se inviável. Por isso, a melhor opção é contratar um servidor dedicado, alocado em um centro de processamento de dados totalmente estruturado para oferecer esse tipo de serviço.

Com uma máquina própria, seu site terá 100% dos recursos do servidor. Para serviços que precisam de estabilidade, essa é a solução ideal. Outro ponto importante dos servidores dedicados é a segurança. Hospedar um site em um servidor desse tipo significa estar menos vulnerável a indisponibilidade do hardware e a brechas de segurança.

Ao contratar um servidor dedicado, você ainda poderá escolher se a administração do hardware do servidor será feita pela empresa que oferece o serviço ou por sua própria equipe. Isso porque alguns sites exigem um alto nível de customização dos serviços, além de requisitos rígidos de segurança que só poderiam ser atendidos por profissionais dedicados ao seu negócio.

Portanto, se o seu site exige um alto número de acessos simultâneos e também altos índices de disponibilidade e segurança, o servidor dedicado é a melhor opção. Apesar de possuir um custo mais elevado em relação ao servidor compartilhado, uma máquina dedicada pode oferecer um ótimo retorno sobre o investimento.

A hora da escolha

Agora que você já conhece as principais diferenças entre os servidores, defina quais são as funcionalidades mais necessárias para o seu site e qual o suporte você precisa. Se orientando através das capacidades e desvantagens de cada servidor, você pode optar por um que te  atenda melhor.

Fonte: Locaweb

Como escolher uma empresa para fazer o seu site?

Na web, tanto quanto em outras áreas, a primeira impressão é realmente a que fica. Você já imaginou qual a mensagem que seu site transmite para o publico interessado?

Seja uma loja on line, site de empresa, ou simplesmente um blog pessoal, a escolha das ferramentas certas pode ser a diferença entre a primeira e a ultima posição em um ranking de buscas, por exemplo.

Os profissionais (sim, porque uma equipe se faz necessário para a criação de sites) escolhidos para a realização de um projeto na web é o primeiro passo para uma ação efetiva de inclusão de marca no universo digital.

Mas e aí, como escolher uma agência que corresponda as suas expectativas enquanto cliente para a criação e desenvolvimento de seu site?

O primeiro passo é deixar para trás a idéia de que a criação de um site pode ser feita por qualquer pessoa que entenda minimamente de programação.

Não! Seu sobrinho recém saído do colegial pode até elaborar algumas peças interessantes, mas só um profissional tem embasamento suficiente para lhe dar a diretriz certa, conforme as suas reais necessidades.

No momento da pré-seleção de possíveis agências a se trabalhar, o atendimento disponibilizado é questão de vida ou morte (de sua marca no caso). Se o profissional não lhe trasmitir confiança e e não tiver o entendimento real de mercado web, fuja! Você está a um passo de perder tempo e dinheiro por alguns meses. Especialistas em criação terão respostas claras e objetivas para suas maiores dúvidas, sobretudo se for leigo no assunto.

Como já havia dito no ínicio, a equipe de criação é peça fundamental para o sucesso de sua marca, e precisa contar com profissionais capazes de elaborar estratégias especificas para seu seguimento de atuação. Um plano estratégico elaborado para uma empresa de fast food, pode não funcionar tão bem com uma marca de lingerie!

Além disso, fique atento, pois a entrega do projeto não significa o final da história. Depois de pronto, seu site é como um recém nascido que precisa de cuidados para crescer e se estabilizar no mundo digital. Nessa hora, certamente, você ouvirá muito o termo Gestão de Presença Digital. Não basta estar na web, a manutenção e a atualização periódica com conteúdo de qualidade são essenciais, são como as vitaminas que seu recém nascido precisa para a aprender a caminhar sozinho.

É importante ainda que esse conteúdo esteja alinhado com uma estratégia de marketing, que foi definida lá no começo, e que sua pauta e abordagem satisfaçam o seu público alvo.

Toda essa preocupação com detalhes não é a toa. Mecanismos de busca como o Google rankeam seu site a partir da relevância que seu conteúdo tem na internet. A forma como a programação do site é desenvolvida também é importantíssima para que, através de recursos como tags e palavras-chave, esses mecanismos interpretem e categorizem seu site, para que seja direcionado aos resultados de buscas relacionadas a seu tema de interesse.

O site já está na rede, o conteúdo já está direcionado para seu público alvo?

Ok, então agora é preciso pensar no rankeamento por parte dos buscadores, afinal, ele precisa aparecer bem para que se torne referência. Desde o ínicio do processo de criação, todos os códigos utilizados têm que se encaixar perfeitamente nas exigências que o Google estabelece para que, de forma uniforme, o design, programação e conteúdo, o façam estar sempre nas primeiras posições de buscas.

A entrada de uma marca na internet pode parecer simples, mas como vimos, existem várias questões estratégicas que devemos levar em conta para aproveitar ao máximo essa experiência no ambiente digital. Agências ou profissionais plenamente habilitados a prestar esse serviço devem estar de olho nas inovações, tendências e mercado para prever os possíveis desdobramentos de um projeto na web, e para que possam oferecer um plano de ação amplo e pontualmente alinhado com seu perfil de consumidor.

Por que ter um site na internet?

Em um mundo globalizado, ter um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo.

Ter uma página na internet se tornou indispensável para empresas de todos os tamanhos: grande, médio ou pequeno porte. Esta ferramenta possibilita comunicação junto ao seu cliente sobre os seus produtos e serviços, apresentando seus diferenciais. Mas não basta ter um site "bonitinho" e esperar que chova clientes! Pelo contrário, ter um site na internet é apenas o primeiro passo para a empresa que está "engatinhando" no mundo virtual, é o começo de muito trabalho para que essa ferramenta seja utilizada de forma inteligente, que possa corresponder positivamente ao tempo e dinheiro investidos.

Cerca de 95% das empresas que atualmente estão na internet não obtêm o sucesso esperado. Porquê? Simples: quem o produziu não pensou no público alvo do site, pensou apenas no "design" da página.

Antes de começar a desenvolver um projeto web, é necessário saber o que seus clientes querem quando entram em seu site, é necessário satisfazê-los, cativá-los para que se sintam seguros em relação a sua empresa, e percebam os valores que a destacam no mercado!

10 Motivos para você ter um site

1. O seu Negócio aberto 24 horas do dia, durante os 365 dias do ano.

Ao contrário do seu escritório ou loja, que tem um horário de funcionamento, o seu Site está acessível 24 horas por dia, 365 dias por ano. Os seus clientes podem preferir informarem-se sobre o seu negócio, produtos ou serviços fora do horário de expediente ou durante os fins de semana, por isso, ter um Site na Internet cria mais oportunidade de negócio.

2. Apresente uma imagem profissional.

Para um pequeno negócio, um Site de Internet bem construído é uma excelente maneira de induzir confiança e aparentar ser maior do que na realidade é. Atualmente, os seus clientes presumem que já tenha um Site na Internet. Atualmente, os seus concorrentes mais diretos provavelmente já têm um Site na Internet. Se assim for, acompanhe a tendência sem se deixar afastar e arranje maneira de o seu Site ser melhor, como por exemplo apresentando o seu diferencial.

3. Desenvolva um marketing mais eficiente.

Ao invés de investir alto para divulgar os seus produtos e serviços na mídia tradicional, você poderá criar anúncios mais econômicos que façam referência ao seu site, assim no seu site você detalha ainda mais as características do seu produto ou serviço e ainda pode aproveitar para divulgar outros produtos ou serviços afins.

4. O seu Catálogo ou Portifólio pode ser alterado a qualquer momento.

Um Site de Internet é mais fácil, econômico e rápido de alterar que o material impresso. As suas capacidades são quase ilimitadas e permitem-lhe fornecer mais e melhor informação aos seus clientes. Irá também poupar dinheiro em custos de impressão e distribuição.

5. Alcance novos mercados com uma audiência global.

Na Internet o seu mercado já não é apenas o local. Passa a ter o potencial para ser visto por milhões em todo o globo. Alguma vez imaginou que o seu negócio teria a possibilidade de alcançar um mercado global? Pois com um Site de Internet pode. Sem dúvida, um Site de Internet é a forma mais económica de negociar a nível nacional ou internacional.

6. Melhore o serviço ao cliente.

Ao fornecer resposta a questões no seu Site de Internet, vendas e pedidos de informação, podem ser processados de forma automática e imediata, quer tenha alguém no escritório ou não. Formulários online podem ser utilizados para permitir aos seus clientes o pedido de orçamentos ou informações adicionais. Poupe nos custos, permitindo que possam fazer o download de propostas e outros documentos importantes.

7. Venda os seus produtos.

Por que pagar aluguel, luz e todos os outros custos inerentes às instalações físicas de uma loja? Vender através de um Site de Internet é muito mais barato e é uma excelente maneira de complementar o seu negócio já existente.

8. Promova os seus serviços.

Consultórios, Imobiliárias, Contadores, Fotógrafos e todos os negócios orientados para os serviços devem anunciar e apresentar as suas soluções. Milhares de possíveis clientes estão a procura de Sites de Internet das empresas para conhecer melhor os serviços que lhes estão disponíveis e até para decidirem qual a empresa e o serviço que lhes é mais adequado.

9. Recolha informação valiosa.

Pode obter informação importante sobre o mercado e os seus clientes através de formulários online. Em vez de pesquisar por essa informação, deixe que ela venha até você. Esta ferramenta é excelente para fazer prospecção de mercado dos seus produtos e serviços.

10. Recrute funcionários e crie parcerias.

Caso esteja à procura de funcionários ou de empresas que complementem os seus serviços, um Site na Internet é uma excelente forma de fazer parcerias para construir e aumentar o seu negócio.

Tem bastante clientes? Então é hora de usar um CRM

Existem milhares de escritórios de advocacia no Brasil. Tem para todos os gostos. Fazendo uma análise superficial, poderíamos segmentá-los em “escritórios” de um advogado só, com uma relação personalíssima (às vezes até familiar) com seus clientes; pequenas sociedades, no qual os advogados conhecem muito bem seus clientes e participam ativamente de todo o processo; os médios, em que cada sócio supervisiona o andamento dos processos e contratos envolvendo interesses de seus clientes, com participação um pouco menor na elaboração desses documentos; e os grandes escritórios, em que muita coisa costuma acabar na mão de advogados juniores e plenos (às vezes até dos estagiários prodígios),cabendo aos seniores um papel de revisão e controle das operações, e aos sócios uma função de gerenciar o relacionamento com os clientes, participando de reuniões e executando funções administrativas.

Pois bem. A verdade é que todos eles, independente do porte, poderiam se beneficiar de uma prática administrativa conhecida como CRM (Customer Relationship Management),que trata, como o próprio nome diz, do gerenciamento da relação com o cliente.

Para qualquer um dos casos que citei podemos entender que alguém, seja o estagiário, o advogado que atua sozinho ou o sócio que tem que tratar com o diretor jurídico da empresa, terá que armazenar as informações relativas a um cliente, sua relação com o escritório e o andamento de suas lides ou operações em algum lugar. O problema é que em muitos casos esse lugar é a memória que, como é bem sabido, nem sempre pode ser considerada confiável – ainda mais com a correria dos prazos das operações e processos judiciais.

Para o histórico do andamento dos casos, existem diversas ferramentas onde são imputados os dados do cliente, os casos que tem sob tutela do escritório e o andamento dos mesmos. Entretanto, esses softwares geralmente não dão o suporte necessário para manter informações sobre a última conversa com aquele cliente, quantas propostas de honorários foram recusadas ou aceitas nos últimos meses, qual o ritmo de novas consultas, se ele tem pagado suas contas devidamente, se geram faturas automaticamente, etc. Enfim, não permitem que os advogados maximizem as oportunidades de novos negócios com seus clientes, ou mesmo simplesmente registrem contatos que podem se transformar em clientes potenciais.

Quando foi a última vez que você contatou aquele seu cliente que fechou um importante contrato em 2006? E aquela consulta tributária ou imobiliária solicitada no ano passado, será que seu cliente não precisa de alguma ajuda em relação a isso? E aquele M&A (fusões e aquisições) que você fez há dois anos, será que seu cliente não está pensando em acessar o mercado de capitais agora?

As ferramentas de CRM podem ajudá-lo a refrescar sua memória e, mais do que isso, contribuir para aprimorar a relação com seu cliente, de modo que possa gerar valor para ele e para o seu escritório. Ainda que o CRM seja mais complexo, e, consequentemente, dê um pouco mais de trabalho na hora de registrar os dados necessários, certamente o esforço valerá a pena e gerará muito mais valor para um serviço que é direcionado às pessoas (estejam elas representando empresas ou não). Por trás do departamento jurídico de grandes bancos e empresas estão pessoas físicas, e certamente elas desejam ser tratadas de forma individual e personalizada. É ai que surge a palavra relacionamento!

O CRM pode controlar fluxos de trabalho, envio de e-mails, telefonemas que devem ser feitos, lembretes de aniversário, resultado dos últimos contratos elaborados, entre outros quesitos. As possibilidades são inúmeras e sua aplicação pode ser customizada, suprindo exatamente as necessidades de cada empresa/escritório. Com certeza irá facilitar desde a vida do estagiário que tem de se lembrar daquele e-mail de atualização para o cliente, até a do sócio que deve controlar seu pipe de oportunidades para o escritório.

Enfim, manter o cliente satisfeito é muito mais simples do que parece! O CRM pode ser sim uma ferramenta importante para escritórios de advocacia, melhorando o desempenho e qualidade na prestação de seus serviços jurídicos. Além disso, evita eventuais constrangimentos da amnésia do advogado na comunicação com seu cliente, eliminando o desgaste da relação entre ambos.

Fonte: Webinsider

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