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ARTIGOS E INFORMAÇÕES SOBRE O MUNDO ONLINE

Administre melhor seus e-mails e aumente sua produtividade

Um estudo da Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, divulgou recentemente que o excesso de e-mails nas empresas está relacionado com o aumento de estresse dos trabalhadores, assim como com a perda de produtividade das companhias. Segundo a professora responsável pela pesquisa, Caroline Sauvahol-Rialland, o excesso de e-mails e de informação em geral acarreta riscos sociais e psíquicos para os empregados e empobrece a empresa.

Parece assustador, mas essa é uma realidade para muitas pessoas, principalmente para aquelas que utilizam o e-mail como uma ferramenta de trabalho. É claro que o aumento da velocidade dos meios de comunicação trouxe benefícios para a sociedade em geral, porém, algumas de suas consequências preocupam. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa da qual sou CEO, a Triad PS, o brasileiro gasta em média três horas diárias para ler, organizar, classificar e depois responder os e-mails.

O e-mail, sem dúvida, é uma das tecnologias recentes que mais dominou a vida das pessoas. O problema é que ele também virou um vício. Para muitos, ficar sem e-mail por algumas horas dá tremedeira no corpo, quase um processo de abstinência. Nas empresas, o e-mail se tornou o maior ladrão corporativo da produtividade (quase empatado com as reuniões).

O uso errado do e-mail é padrão: todo mundo copia todo mundo, mensagens desnecessárias, pessoas ansiosas que mandam e-mail e conseguem ligar antes do mesmo chegar, pessoas que usam e-mail para tirar a sua responsabilidade, caixas postais lotadas e muitos outros erros que o e-mail proporciona.

Nosso foco tem de ser na redução do tempo que lidamos com e-mail e para isso existem diversas estratégias. Separei algumas que considero mais importantes para você aplicar:

Veja o seu e-mail a cada duas horas

Se você ficar com seu e-mail aberto a todo o momento, você terá mais interrupções, além de aumentar seu nível de estresse, ansiedade e vai fazer você multitarefar. Esse é o pior hábito que o profissional pode ter para perder o controle do seu tempo. Se a coisa for urgente de verdade, as pessoas vão te ligar. Se as pessoas não podem esperar duas horas para obter uma resposta sua, o seu problema não é e-mail, pense nisso.

Escreva de forma objetiva

As pessoas que recebem minhas respostas já perceberam que eu não escrevo mais do que três ou quatro parágrafos. Se o assunto é longo eu ligo ou agendo pessoalmente, não perco tempo escrevendo. Ninguém mais tem tempo e paciência para ler e-mails muito longos, pode reparar que quanto mais longo seu recado, mais tempo ele demora a ser respondido.

Meta de ver o branco da caixa de entrada

Isso significa que sua “inbox” deve ter menos e-mails do que a capacidade de uma tela, para você poder ver o branco que fica quando você tem poucas mensagens. Para isso, nesses horários foque em transformar seus e-mails em tarefas, reuniões, informações (pastas) ou simplesmente em lixo. Nada de trabalhar por e-mail, trabalhe por tarefas priorizadas.

Troque o e-mail por outros meios

A tendência é o e-mail deixar de existir nos próximos anos e isso vai acontecer pelo uso de ferramentas como Messenger, ferramentas de colaboração com um Neotriad, softwares de escritório como o Word online, compartilhamento de documentos, etc. Sempre que possível, pense em como evitar mandar um e-mail através de outra forma de comunicação.

Se for urgente, não mande e-mails

É necessário que as pessoas adotem essa política de resolver as urgências pessoalmente ou então por telefone. Isso porque, além de facilitar a organização da caixa de entrada daquele que receberia a mensagem, faz com que o problema seja resolvido muito mais rapidamente com uma conversa direta.

O bom uso do e-mail consegue definir o profissional produtivo do improdutivo.  A capacidade de lidar com as interrupções é um exercício diário de assertividade e objetividade, isso é uma questão de sabedoria na gestão do seu tempo. Procure planejar bem suas atividades e evite mensagens desnecessárias que, muitas vezes, atrapalham sua vida e daqueles com quem você compartilha este vício.

Fonte: Webinsider

Como transferir a titularidade de domínio no registro.br?

Clique aqui, preencha o formulário contido na tela seguinte e clique em [PROSSEGUIR] para gerar a carta de solicitação.A carta deverá possuir assinatura com reconhecimento de firma do(s) responsável(eis) legal(is) pela entidade detentora do domínio e ser encaminhada juntamente com a cópia cartão do CNPJ (em caso de pessoas jurídicas) ou documento oficial que conste o CPF (em caso de pessoas físicas) das duas entidades envolvidas.

Se a entidade de origem (detentora atual do domínio) for uma pessoa jurídica, enviar também UM dos documentos abaixo, conforme a natureza jurídica da entidade:

► Contrato social, juntamente com as últimas alterações sobre a cláusula de administração/gerência, ou última alteração contratual consolidada, OU
► Estatuto e ata de eleição da atual diretoria; OU
► Requerimento de empresário ou declaração de firma individual; OU
► Procuração de fé pública (estabelecida em cartório) com o fim específico para a transferência do domínio da entidade (quando a pessoa que irá assinar a carta não for o representante legal da entidade).

Os documentos precisam ser enviados via CORREIOS, para o endereço constante no cabeçalho da carta de solicitação.

Prazo para análise: 2 dias úteis, contados a partir da data de recebimento da documentação.

Em caso de dúvidas, entre em contato através do e-mail doc@registro.br.

Fonte: Oficina da Net

Entenda as principais fontes de tráfego do seu site

Quando alguém acessa o seu site, certamente veio de algum lugar da web. Podem ter te encontrado através de uma ferramenta de busca, como o Google, podem já conhecer o seu site e entrar diretamente ou podem vir de uma infinidade de outras possibilidades.

O ponto é que cada um desses tipos de visitantes possuem uma certa imagem em mente e, quase sempre, os motivos da visita são diferentes. Nesse post vamos explorar esses motivos através de uma perspectiva psicológica para entendermos que ações esperar de uma pessoa vinda de cada uma dessas fontes de tráfego.
Tráfego de ferramentas de busca

Quando as pessoas chegam ao seu site através de uma ferramenta de busca, como Google, Bing ou Yahoo, estão geralmente procurando por respostas a uma questão específica ou uma informação em certo assunto.

Considere essa como a real natureza das ferramentas de busca: você digita o que quer e espera que a resposta apareça. Isso significa que visitantes vindos de ferramentas de busca tendem a ficar e ler seu conteúdo para encontrar as respostas que procuram. Se eles não encontram a resposta no seu conteúdo, podem procurar em algo que você anuncia, seja isso uma publicidade comum ou um eBook, por exemplo. Por isso, em geral, visitantes de ferramentas de busca tendem a gerar uma taxa de cliques maior no que você anuncia.

Cada vez mais as pessoas associam o número um nos resultados de buscas orgânica para determinada palavra chave como uma autoridade no assunto e isso afeta o comportamento no seu site. As pessoas confiam mais na sua marca e tendem a fazer coisas como assinar seu newsletter ou seu blog.

Tráfego direto

Tráfego direto é aquele em que os visitantes digitam diretamente o endereço do seu site na barra de endereços. É uma boa fonte de tráfego. Se as pessoas já conhecem seu endereço, é porque a experiência anterior foi boa o suficiente para que eles se lembrem disso. Embora no Google Analytics ele não diga muita coisa, sempre é um bom sinal de audiência cativa.

Como esse público é composto quase sempre por visitantes antigos, é provável que eles entrem no seu site para conferir quais são as últimas atualizações. O que eles provavelmente fazem, se ainda não fizeram, é se envolver mais com seu blog, assinando os feeds e interagindo nas redes sociais. Também são os que mais tendem a deixar comentários no seu blog. Vale sempre responder e prover conteúdo, para que eles continuem voltando.

Tráfego de mídias sociais

A psicologia por trás das mídias sociais parece sempre voltar-se ao desejo do usuário de ser notado e ter seu espaço pessoal online. O ponto principal aqui é que ou as pessoas querem ser sociais com seus amigos ou querem ser entretidas. Isso acaba gerando bounce rates altas para esse tipo de visitante, já que uma vez que entraram no seu blog e rapidamente viram o que queriam, estão prontos para seguir para o próximo site. No twitter, por exemplo, onde há vários tweets com sugestões a serem lidas, esse comportamento é ainda mais acentuado.

O que é realmente bom nas mídias sociais, no entanto, é a capacidade viralizar o conteúdo. Como há essa tendência de ir de um site para o próximo, se alguém de fato encontra um conteúdo interessante, vai compartilhá-lo para indicar que esse vale mais a pena que os outros. Assim que você conseguir alguém falando sobre seu conteúdo, produto ou qualquer outra coisa, vão espalhar por você se isso entretém ou é particularmente útil.

Tráfego por referência

Há algumas similaridades entre o tráfego por referência e as mídias sociais, mas vale fazer a distinção porque há uma diferença entre ouvir sobre algo nas mídias sociais e em um site.

Quando um amigo indica algo nas mídias sociais, você geralmente dá uma olhada. Sua intenção é ver quão útil ou divertido é o link e não necessariamente porque você realmente confia no conselho do seu amigo. Se é um site que você confia falando a mesma coisa, você vai conferir com um olhar diferente, sabendo que o conselho vêm de uma referência. É mais ou menos como ouvir um conselho de saúde por um amigo que leu sobre o assunto e por um médico: você até acredita em ambos, mas de certa forma segue mais o conselho do médico.

No entanto, essa analogia não funciona para todo tipo de referência. Há uma distinção entre diferentes links recebidos.

Uma possibilidade é receber um link do estilo blogroll, em que alguém lista seu site como um dos favoritos. Nesse caso a bounce rate tende a ser mais alta e deve haver menos interação com seu site. Tudo o que o site fez foi dizer que gosta do seu blog, mas não indica especificamente o quê nem o por quê, e deixar para que o usuário descubra isso não costuma ajudar tanto.

No entanto, quando você receber a referência através de um link no conteúdo ou através de um post como convidado para outro site, casos em que o usuário já sabe o que encontrar no seu blog, há um interesse muito maior em saber o que você tem a dizer. Além disso, você “herda” a credibilidade de quem te indicou.

Para esses casos, é provável que leiam um pouco para ver se você é interessante e então assinem seu blog ou te sigam no twitter. O grande ponto aqui é mostrar que de fato você oferece um bom conteúdo sobre o assunto em que você foi referenciado.

Links patrocinados


Esse tipo de referência tem uma proximidade muito grande com o tráfego de ferramentas de busca. A diferença é que se você está pagando, pode escolher exatamente para qual página você quer levar o usuário.

Dessa forma é interessante criar uma página de conversão que mostre claramente para o usuário a resposta ao problema que ele está procurando e que incentive-o a se converter em cliente ou oportunidade de negócio.

O que é melhor para você?

Já vimos que para cada tipo de tráfego, atrai-se um tipo de usuário diferente. Daí surge a importância de pensar nos objetivos do seu blog. Dependendo da ação que você quer que o usuário realize, pode priorizar a otimização de um tipo específico de fonte de tráfego.

Se sua intenção é espalhar mais o conteúdo e fazer mais “barulho”, pode focar nas mídias sociais. Se quer atrair mais assinantes, pode escrever mais posts como convidado e assim por diante.

E aí, qual funciona melhor para você?

Fonte: Blog do E-commerce

Entenda o que são os QR Codes, códigos 'lidos' pelos celulares

Cada vez mais presente em ações de marketing, os QR Codes ainda se parecem mais com um enigma do que com um meio de se transmitir rapidamente informações a dispositivos móveis. Mas o que é, afinal, um QR Code?

É um código de barras em 2D que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares que possui câmera fotográfica. Esse código, após a decodificação, passa a ser um trecho de texto, uma foto ou um link que irá redirecionar o acesso ao conteúdo publicado em algum site.

Esse tipo de codificação permite que possam ser armazenada uma quantidade significativa de caracteres:
Numéricos: 7.089;
Alfa-numérico: 4.296;
Binário (8 bits): 2.953;
Kanji/Kana (alfabeto japonês): 1.817.

Inicialmente criado pela empresa japonesa Denso-Wave em 1994 para identificar peças na indústria automobilística, desde 2003 é usado para adicionar dados a telefones celulares por meio da câmera fotográfica. Os “QR Codes” estão sendo usados em muitas revistas, campanhas publicitárias e até em games, como "Homefront" para divulgação de mensagens e dicas do jogo.

A banda Pet Shop Boys, no clipe da música “Integral” utilizou inúmeros QR Codes com links para diferentes sites. No Brasil, o Metrô de São Paulo adotou o uso do QR Code para disponibilizar aos seu usuários o acesso mais rapidamente ao conteúdo do site do Metrô na sua versão mobile.

Embora pareça ter sido “desvirtuado” de sua concepção inicial, o QR Code também pode ser usado como uma maneira eficiente de adicionar dados num formato de cartão de visita em aparelhos celulares. Para criar o seu próprio QR Code, existem programas que podem ser instalados no PC ou podem ser gerados por serviços gratuitos disponibilizados em sites.

Acessando o site "qrcode.kaywa.com", é possível criar um QR Code personalizado. Selecione o tipo de mensagem que será codificada.

No exemplo, a opção feita foi pela mensagem de texto. Nessa opção serão codificadas mensagens de até 250 caracteres. Após digitar o texto da mensagem, clique no botão “Generate”. A imagem contendo o QR Code pode ser baixada ou ter o seu link disponibilizado para ser publicado em sites ou em blogs.

Para que o código possa ser escaneado, é preciso contar com um aparelho celular que possua câmera digital e um software de leitura para QR Code. Neste site está disponível uma lista aplicativos que podem ser baixados e instalados em diferentes modelos de aparelhos celulares. Para usuários de iPhone, pode ser baixado gratuitamente na App Store o aplicativo Qrafter. Usuários do Android podem buscar o aplicativo QR Droid na Android Market. Já os usuários de Blackberry podem instalar o Blackberry QR-Code Reader.

O procedimento de leitura de um QR Code é simples. Execute o aplicativo instalado no seu celular, posicione a câmera digital de maneira que o código seja escaneado. Em instantes, o programa irá exibir o conteúdo decodificado ou irá redirecioná-lo para o site do link que estava no código. Vale salientar que, em situações que necessitem visualizar o conteúdo em algum site, o aparelho celular deverá contar também com funcionalidade de navegação e também um plano de dados.

Fonte: G1

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