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ARTIGOS E INFORMAÇÕES SOBRE O MUNDO ONLINE

Qual o prazo de retorno de uma loja virtual?

Todo mundo pensa em montar um e-commerce e faturar imediatamente, mas a gente sabe que não é bem assim. Cada negócio on-line ou físico funciona muito diferente e não tem regra totalmente correta que funcione de maneira igual para todas, o que posso dizer é que em ambos os negócios é necessário ter um tempo de investimento para depois colher os frutos. No e-commerce não é diferente.

Mas antes de sair investindo é necessário checar vários itens para não jogar dinheiro no lixo. Considere seriamente a possibilidade de fazer um curso sobre comércio eletrônico. Abaixo vamos mostrar uma lista de check-in para realizar antes de começar investir.

1 – Sua loja virtual está agradável visualmente? Ela está transparecendo segurança para quem está visitando pela primeira vez? Mostre a loja para pessoas que nunca viram sua loja e que responderiam de maneira imparcial (não vale, filho ou mãe),faça uma pequena pesquisa com umas 10 pessoas, mostre sua loja e de seus concorrentes, peça para procurarem um produto legal e colocar no carrinho para ver quanto ficaria para entregar em sua casa, pergunte a todos em qual loja mais gostou de fazer o teste e em qual compraria.

2 – Depois desta pesquisa, mude o que achar que realmente fará a diferença, será quase impossível não mudar nada, sempre acabamos deixando algum ponto importante sem dar o devido valor a usabilidade da sua loja é super importante.

3 – Assegure-se que sua loja está funcionando corretamente, faça pedidos, busque… se sua loja não funcionar não irá adiantar gastar os tubos em links patrocinados e e-mail marketing colocar gente dentro dela. Por isso aconselhamos muito critério na escolha de um sistema de lojas virtuais.

4- Saiba o que irá acontecer dentro de sua loja. A pior coisa que existe (eu já passei por isso) é investir no escuro, torcendo que cada real investido se transforme em venda. Tenha instalado um bom sistema de métrica como por exemplo o Google Analytics e com isso você irá saber de onde realmente cada pedido está vindo e poderá potencializar as melhores fontes.

5 – Saiba se sua loja está realmente competitiva pois ter preço no e-commerce é fundamental. Não compare apenas com as lojas on-line mas também com as lojas físicas. Lembre-se que a maioria das pessoas não escolhe o produto pelo meio onde é vendido e sim o contrário. Saiba exatamente contra quem irá disputar por seus clientes e o que tem de diferencial, preço, qualidade, condições de pagamento, tempo de entrega, variedade…

6 – Agora é começar a investir. Como a estratégia de SEO ainda não deve ter surtido efeito nesse início de negócio, a opção é partir para links patrocinados pois neste momento é a única forma de atrair tráfego qualificado para sua loja. Neste início toda sua atenção esta voltada a métrica, ela é quem vai te dizer se o dinheiro que colocou no Google AdWords ou outra forma de links patrocinados está dando certo ou não. Invista um tempo, 15 dias por exemplo e analise com calma o que aconteceu, veja o que pode ser feito de alteração para melhorar cada canal, se precisar, pause seu investimento por um tempo até fazer as alterações e depois inicie novamente. Faça isso periodicamente, até se sentir seguro de partir para outro canal, não fique com medo de parar de investir em um canal que pensou que seria bom, talvez para sua loja não seja.

7 – Investimento em propaganda online é trabalhosa pois é muito dinâmica, você terá que investir um tempo diário para poder trabalhar seu investimento ou contrate alguém que seja responsável por isso. Ao meu ver, até uns R$ 20.000,00 invista em CPC (custo por clique). Em nosso blog você encontrará várias empresas que prestam este tipo de serviço, é só pesquisar.

Se fizer direitinho as lições acima possivelmente em 6 meses a 9 meses estará faturando pelo menos 10 vezes o que investe em propaganda, tive casos de loja que investia R$ 3.000,00 e faturava R$ 30.000,00 e casos de loja que investia R$ 30.000,00 e faturava R$ 300.000,00. Lembrando que ao longo do tempo o percentual de investimento versus o faturamento pode cair, pois outras origens de compra sustentarão esta diminuição como, recompras e visitas naturais. Para isso é necessário que você vá implementando uma estratégia de otimização da loja para as ferramentas de busca através de técnicas de SEO desde o início.

Lembrando que isso não é matemática exata, pois se fosse todos abririam lojas online. Por isso, a melhor opção é aprofundar seus conhecimentos sobre e-commerce para saber exatamente o que fazer e o que esperar do seu empreendimento.

Fonte: Blog do E-commerce

Redação para web sites

Para manter a comunicação eficaz com seus públicos a organização precisa saber como os meios digitais e a interatividade podem ajudar a construir ou a tornar a reputação de suas marcas mais fortes. E como podem influenciar positivamente os novos formadores de opinião e se tornarem lideres de pensamento na Internet.

Não há dúvida de que o conteúdo rico: imagens, vídeos, áudio enriquece e valoriza as mensagens. O texto, por ser facilmente distribuído e indexado cresceu em importância com a Internet.

A autoridade de um porta-voz ou de uma organização sobre sua especialidade na web está diretamente relacionada aos textos que disponibiliza em seu website e à freqüência com que esses textos são referenciados (citados) por terceiros.

A Internet mudou a comunicação por seu alto potencial de disseminação de informação.

A beleza de um website e seus recursos visuais podem impressionar as pessoas, mas são as informações e os serviços nele disponibilizados que fazem com que as pessoas cheguem até ele. Disponibilizar informações úteis, relevantes e atualizadas na internet deve ser a primeira preocupação de qualquer organização que mantém um website.

O conteúdo deve receber atenção especial. Deve estar sempre atualizado. Deve ser corretamente escrito e deve ser diagramado adequadamente para o projeto gráfico do website.

Além das informações institucionais, o conteúdo periódico, como notícias, dicas e eventos deve ser mantido com rigor e segundo os princípios do jornalismo profissional. A falta de uma redação qualificada pode frustrar as pessoas.

Um website não pode ficar estagnado ou desatualizado.

Otimização para buscadores (SEO)

Quando precisam de algum produto ou serviço é na internet que as pessoas vão buscar informações. Para ser preciso, elas visitam sites de busca e fazem pesquisas esperando que o resultado da busca forneça os websites mais relevantes sobre o assunto informado.

Os mais visitados são justamente os primeiros resultados. A otimização para serviços de busca é uma prática relevante na estratégia de comunicação de uma organização. O objetivo utilizar vários recursos para que seu website fique bem posicionado nos resultados dessa buscas.

De que adianta um site bonito e interativo que não é encontrado pelas pessoas?

Autor: Leonardo Ruosso

O poder de influência das Redes Sociais no E-commerce

O Brasil é o quinto País que mais acessa redes sociais, segundo o comScore, em agosto deste ano. As redes de relacionamentos tornam-se cada vez mais fortes e passam a ser um fator de influência no comércio eletrônico. Dados do e-Bit afirmam que 20 milhões de internautas já fazem compras pela internet até o primeiro semestre deste ano, o que representa 40% de crescimento do e-commerce se comparado a 2009. A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, alcançando 23 milhões de e-consumidores. Os clientes virtuais estão cada vez mais confiantes em realizar compras pela internet. Segundo dados da WebShoppers, o índice de satisfação dos consumidores brasileiros com o comércio virtual atingiu 86% no primeiro semestre deste ano.

Um estudo do Sophia Mind aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais. Embora inicialmente as redes sociais fossem usadas apenas para encontrar pessoas e entrar em contato com os amigos, atualmente estes pontos de encontro virtuais começam a ser vistos também como uma grande oportunidade de fazer negócios pela internet. A tendência do mercado atual é que as pessoas compartilhem ideias, elogios, críticas às marcas e aos produtos através dessa ferramenta. E as empresas precisam estar prontas para aproveitar o conteúdo gerado espontaneamente pelo próprio cliente. As redes de relacionamento vêm se tornando não apenas um canal de acesso as lojas virtuais, mas principalmente uma oportunidade de divulgar a marca para os internautas que ainda não fizeram a primeira compra online.

Consumidores ativos nas redes sociais

Os consumidores de e-commerce que utilizam as ferramentas das redes sociais ao comprar pela internet possuem um perfil diferenciado. Se no comércio eletrônico, as compras estão divididas igualmente entre homens e mulheres, a influência das redes de relacionamento é mais forte no gênero feminino. Pesquisas do e-bit apontam que 55% dos internautas que fizeram uma compra pela internet influenciados por esses meios são mulheres. Os compradores pela internet e que se utilizam destas redes também são sete anos mais jovens. Este consumidor tem em média 34 anos, contra 41 que não utiliza as ferramentas sociais. A pesquisa ainda mostra que 65% dos internautas sociais que realizam compras pela web são light users, ou seja, possuem uma frequência baixa de compra. A renda desses consumidores é 10% inferior aos clientes de e-commerce em geral.

Social Commerce em alta

O Social Commerce, como é conhecida essa prática, está além de converter o número de acessos em rede sociais em vendas. Gerar conteúdo e compartilhar informações é a maior tendência da internet atualmente. Nas redes de informação, reclamações, sugestões e desejo dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio. É um ambiente novo criado pelo próprio consumidor de forma espontânea. O cliente além de consumir o produto, difunde a marca e promove mais credibilidade para a empresa nos canais comunicação. É um institucional criados pelos e-consumidores e não mais pela marca. A participação do usuário gera o novo conteúdo que abastece as redes segundo a segundo.

Uma notícia ou informação se propaga através das conversas entre as pessoas. Mas o boca-a-boca se tornou high-tech, e nas redes sociais, as informações são amplificadas, discutidas e repassadas rapidamente. Da mesma forma, que um elogio de um consumidor pode atingir milhões pessoas, uma avaliação negativa a marca pode também se tornar um vírus de insatisfação que se propaga na mesma velocidade. As empresas precisam não só saber o que estão falando da sua marca, como também transformar em algo positivo para a empresa. As companhias inseridas na web passam a ter a necessidade de usar adequadamente as redes como ferramenta de marketing promocional, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas.

As ações das empresas também precisam ser diferenciadas. As estratégias utilizadas nas mídias tradicionais não necessariamente serão aceitas pelos internautas. A pesquisa da consultoria Deloitte aponta que 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. As redes sociais não são mídias de massa e o trabalho com redes sociais pode levar tempo. Um trabalho a ser realizado de forma diferenciada e de médio a longo prazo. Uma rede de relacionamentos é também uma rede de amigos e é preciso conquistá-los. Não são apenas consumidores. São pessoas e leva-se algum tempo para adquirir confiança.

Fonte: Blog do e-commerce

O que faz um arquiteto de informação?

Hoje em dia é muito comum ouvir aqui e ali que alguém trabalha com arquitetura de informação. Como profissional da área há alguns anos, sempre tento me manter atualizado sobre o que acontece em nosso mundinho. Tenho pensado sobre uma coisa: será que as pessoas sabem o que faz um arquiteto de informação?

No nosso dia-a-dia interagimos com gerentes de projetos, editores, desenvolvedores, designers e outros profissionais (com profissões mais conhecidas que a nossa) e sabemos o papel de cada um. Será que eles sabem o nosso? Será que nós mesmos temos a noção de qual é? Além disso, será que nós sabemos qual deveria ser o nosso papel?

Muito além do wireframe

Normalmente estamos acostumados a sermos envolvidos em etapas específicas dos projetos, com a tarefa de entregar soluções para problemas específicos (um wireframe aqui, outro ali, essas coisas) e sem ter muito a noção do resto.

Sempre pensei que o papel de um arquiteto de informação não é simplesmente montar um wireframe ou decidir entre um menu horizontal ou vertical. O papel do arquiteto de informação não é ser piloto de Axure. Claro, ter essas habilidades técnicas é essencial e o domínio de ferramentas vem com o tempo.

O principal é entender que o arquiteto de informação deve enxergar os impactos que as decisões tomadas em um simples wireframe terão sobre o sucesso de um determinado projeto. É preciso ter uma visão estratégica, que seja abrangente.

Do começo ao fim

Como quase todos os AIs são profissionais vindos de outras áreas, geralmente temos habilidades que nos permitem enxergar além dos quadradinhos que desenhamos. E é isso que precisamos mostrar para nossos parceiros de projetos: nossa capacidade de contribuir com o todo, desde o planejamento até as etapas mais decisivas de um projeto.

Cada pedaço do wireframe será importante para garantir que a estratégia de um produto tenha sucesso. O arquiteto de informação precisa entender que seu papel é enxergar todo o valor agregado a seus entregáveis. É conhecer e lembrar a estratégia de um produto, do começo ao fim, na hora de tomar decisões.

Que sabemos desenhar wireframes, ninguém duvida. Mas o que podemos oferecer além disso?

Fonte: Webinsider

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