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ARTIGOS E INFORMAÇÕES SOBRE O MUNDO ONLINE

Más práticas a serem evitadas na loja virtual

Apresentamos uma lista de práticas não usuais que se utilizadas podem afastar ou simplesmente dificultar o processo de fechamento de compra pelos consumidores.

São itens simples que podem ser revistos rapidamente em qualquer plataforma, com o resultado de aumentar o potencial das vendas e auxiliar cada vez mais os clientes durante o processo de compra.

* Nunca use a cor do botão “Inserir no Carrinho” ou “Comprar” nas mesmas cores do tema do site. Cores constratantes com o tema oferecem melhores taxas de conversões de vendas.

* Nunca use “pré-autenticação” solicitando o e-mail. Consumidores não gostam dessa prática e consideram que fornecer o e-mail só servirá para receber spam. Isso é altamente danoso para imagem da loja virtual.

* Nunca coloque o botão “Limpar Formulário” próximo aos botões “Continuar” ou “Próximo Passo”. Considere que acidentalmente o consumidor possa clicar e todos os seus dados serão apagados involuntariamente.

* Nunca apresente uma mensagem de erro durante o processo de fechamento de compra com um simples texto em vermelho no cabeçalho do formulário. Coloque uma mensagem clara, objetiva e muito bem sinalizada.

* Nunca utilize o botão “Cancelar” na tela de fechamento do pedido. Isso poderá gerar uma sugestão subliminar para o consumidor.

* Nunca utilize um botão com o título “Enviar”. Ele não contém uma boa conotação comercial. Utilize em seu lugar, por exemplo: “Continuar”, “Próximo Passo” ou “Finalizar”.

* Nunca permita a exibição de falha de imagem (o famoso “X”) e ainda imagens sem qualquer tipo de destino (link). Tenha certeza que as imagens serão exibidas ou crie um sistema para verificar a ocultação em caso de falha de carregamento.

* Nunca coloque a navegação da sua loja no lado direito. A experiência do usuário diz que tudo sempre estará à esquerda, baseado em nossa cultura. Os olhos lêem a página da esquerda para direita.

* Nunca utilize na descrição de produtos as informações básicas do fabricante. Considere que deve ser desenvolvido um texto comercial e principalmente levando em consideração as palavras variantes que um consumidor poderá utilizar para procurar.

* Nunca faça venda cruzada (cross-sell) de produtos em que os valores sejam muitos discrepantes. A regra é algo em torno de 10% a 20% do preço do produto que está sendo visualizado.

Todas são regras rápidas e simples de aplicação. Com isso ficará ainda mais fácil converter a loja virtual num grande comércio eletrônico com o foco em prestar serviços para os consumidores e vender os produtos.

Fonte: Webinsider

Dica: o que você precisa saber antes de comprar um roteador

Existem dezenas de modelos de roteadores disponíveis no mercado. Se você pretende criar uma rede entre computadores em sua casa para dividir o sinal de internet ou simplesmente compartilhar dados entre eles, saiba que esse pequeno aparelho é imprescindível. Porém, como saber qual comprar com uma infinidade de opções disponíveis?

Por possuírem configurações variadas, voltadas para os mais diversos perfis de usuário, você pode se confundir na hora de comprar e não saber qual é a melhor escolha para suprir sua necessidade. Para isso, o Baixaki separou algumas dicas para que você saiba que pontos devem ser levados em consideração na hora de adquirir seu roteador.

Antes de qualquer coisa: a necessidade

Antes de ir atrás de um roteador, descubra se realmente ele é necessário. Como dito anteriormente, sua principal função é criar uma rede entre computadores, mas também pode ser usado para que a segurança de sua conexão seja aprimorada.

Além disso, a utilização dos demais recursos é norteada de acordo com aquilo que você precisa. No caso de notebooks, por exemplo, o ideal é que você tenha uma conexão sem fio disponível, enquanto com dois desktops isso deixa de ser necessário.

Outro ponto é o local de utilização. Há uma grande diferença de qualidade e velocidade entre os roteadores destinados ao uso doméstico e àqueles de uso em empresas. E isso é repassado para o preço.

Número de portas


Para conectar mais de um computador à rede, é preciso que o roteador tenha várias portas disponíveis. Quanto mais entradas existirem, maior a quantidade de computadores integrados. Por isso, o ideal é que o aparelho tenha no mínimo quatro portas.

Outra alternativa para aumentar a quantidade de entradas disponíveis é por meio de dispositivos auxiliares, como os hubs e os switches, que dividem o sinal para mais máquinas. Com eles, por mais que seu roteador possua apenas quatro portas, você pode conectar mais computadores à rede.

Porém, lembre-se sempre de que a conexão é dividida entre os PCs, o que significa que a velocidade da internet tende a cair à medida que mais computadores passam a fazer parte da rede.

Antenas integradas

"Todo roteador wireless tem antena". Apesar de frases como essa serem feitas com frequência, a afirmação não chega a ser verdade. Alguns modelos possuem receptores escondidos e não apresentam resultados aquém daqueles que mantêm suas antenas à mostra, sendo apenas uma questão estética.

Porém, independente de estar ou não à mostra, o fundamental é a quantidade existente. Assim como as entradas, o ideal é que ele tenha o maior número de antenas possível, por mais que a grande maioria de roteadores possua apenas uma. Se você conseguir um modelo com quatro receptores, saiba que o sinal vai ser ótimo.

Outro critério que pode ajudá-lo a escolher o aparelho certo é o tamanho da antena. Em alguns aparelhos, o comprimento do receptor interfere na força e no alcance do sinal. Por conta disso, alguns modelos de roteadores possuem antenas removíveis, possibilitando que você troque por uma maior, caso queira melhorar a conexão. Entretanto, esse não é um elemento determinante, nem verdadeiro em todos os casos, basta se lembrar dos sistemas internos.

Por conta disso, opte sempre por roteadores que oferecem a possibilidade de trocar o receptor. Com isso, caso queira uma antena de maior potência, pode substituir sem qualquer problema.

Protocolo Wi-Fi

Se você já tentou comprar um roteador, certamente já deve ter visto uma grande quantidade de números que não significavam nada para você. Esses valores são os chamados protocolos de rede Wi-Fi.

Apesar de possuírem uma nomenclatura um pouco complicada, a lógica dos protocolos é simples. Além do número padrão (802.11),o código vem sempre acompanhado de uma letra.

Atualmente existem dois formatos padrões encontrados na maioria dos roteadores disponíveis no mercado: o 802.11g e o 802.11n. A diferença entre eles está em suas características, algo que nem sempre é especificado na caixa do produto.

O protocolo 802.11g é o mais popular, tanto por seu preço quanto pela existência de modelos que utilizam esse formato. Por conta disso, é utilizado em redes domésticas, principalmente por conta de seu sinal de 2,4 GHz com alcance que varia entre 50 e 100 metros de distância. A velocidade máxima alcançada pelo protocolo G é de até 54 Mbps.

Já os roteadores wireless 802.11n são muito mais potentes, o que explica o fato de serem bem mais caros. O sinal de banda dupla pode ser de 2,4 ou 5 GHz e atinge até 300 Mbps, podendo ser reconhecido em um raio de até 400 metros. Ele é ideal para que você consiga alto desempenho, principalmente se você deseja conectar seu videogame e jogar online com seus amigos.

Entretanto, não se encante apenas pela velocidade oferecida pelos dois protocolos Wi-Fi. Por mais que o 802.11n ofereça uma taxa de transferência incrível, de nada adianta se seu computador não suportar esse tipo de conexão. Por isso, antes de ir às comprar, verifique a compatibilidade de sua placa de rede.

Outro ponto importante é que a velocidade oferecida pelos dois modelos é considerada "ideal", ou seja, praticamente impossível de ser alcançada na realidade. Além disso, o valor apresentado é sempre referente à troca de informações entre computadores. Para a internet, a variação acontece por conta da distância da transmissão, além da própria velocidade adquirida com o provedor.

Distância de alcance

Apesar de o protocolo Wi-Fi determinar a distância de alcance da rede sem fio de seu roteador, tenha sempre em mente que esse valor refere-se a um ambiente livre de qualquer obstáculo, ou seja, sem paredes.

Como na prática isso é impossível de acontecer, esteja atento à distância real. Procure na internet e converse com outros usuários sobre a eficiência daquele modelo em questão. De que adianta comprar um superaparelho 802.11n com quatro antenas se o sinal mal consegue ultrapassar a parede de seu quarto?

Além disso, quanto mais você se distância do roteador, menor é a força de transmissão da internet. Portanto, se você quer ficar em um local longe do aparelho, o ideal é ter uma antena capaz de alcançar grandes distâncias. Assim você fica dentro da área de cobertura sem se preocupar com queda de sinal.

Potência

Apesar de o protocolo de rede sem fio e a distância de alcance interferirem na amplitude de seu sinal, eles não são os únicos fatores que vão ajudá-lo a definir qual o melhor roteador para você. Outro elemento é a potência do aparelho.

Por mais que seja algo pouco lembrado na hora da compra, esse valor é muito importante para seu dia a dia. Cada antena possui um nível de potência, que na prática é mensurada em dBi para facilitar o comparativo entre os vários modelos.

De uma forma simplificada, quanto maior for a quantidade de dBis de sua antena, melhor é a recepção e abrangência do sinal. Isso é fundamental para quem quer utilizar apenas um roteador para cobrir uma área extensa.

O problema é que a maioria dos roteadores mais básicos utiliza receptores de baixa potência, o que torna a abrangência da rede menor. Por conta disso é que a possibilidade de trocar sua antena é fundamental na hora de comprar um equipamento novo.

Abertura da banda

Esse critério é voltado apenas para roteadores com protocolo 802.11n, que possuem frequência de 2,4 e 5 GHz. Os modelos de banda dupla podem alternar entre esses dois valores, atingindo melhores resultados do que aqueles que utilizam apenas o de 2,4 GHz.

A diferença não está apenas na possibilidade de trocar entre um em outro, mas no desempenho obtido pelo sinal. Os aparelhos de banda dupla emitem ondas que não sofrem tanta interferência de objetos no ambiente, o que é refletido na velocidade.

Firewall

Para evitar qualquer dor de cabeça com invasão e outros problemas de segurança, o recomendado é sempre ter um bom firewall instalado em seu computador. Mas e quando o assunto são roteadores?

Os aparelhos já possuem uma proteção nativa pré-instalada, que faz com que usuários mal intencionados fiquem longe de sua rede. Contudo, determinados modelos utilizam diferentes firewalls, sendo uns mais eficazes do que outros.

Os roteadores que utilizam o sistema NAT são os mais comuns de serem encontrados, porém apresentam um nível de segurança baixo em relação aos padrões atuais. Já os roteadores com firewall SPI são mais seguros, visto que são capazes de barrar a maioria das ameaças, sendo assim, os mais recomendados.

Usuários e conexões simultâneas

Você comprou o roteador para conectar seu desktop, notebook, celular e video game. Entretanto, após ligar três desses aparelhos, o sistema simplesmente impede a utilização de um quarto elemento.

A resposta é simples: o roteador possui um limite de usuários conectados simultaneamente, o que resulta na impossibilidade de adicionar novos equipamentos. Por isso é importante você levar em conta esse valor antes de ir às compras.

Pode parecer besteira, mas pare para pensar na quantidade de aparelhos que utilizam conexão wireless. Além dos quatro citados, podemos incluir outros smartphones e consoles na lista. Isso sem falar de conexões indesejadas, feitas por pessoas que se aproveitam do sinal alheio caso não haja uma senha de proteção.

Caso a quantidade de usuários ao mesmo tempo seja limitada, pode ser que você fique impossibilitado de usar um ou outro. Para evitar que o incômodo, o ideal é que você veja isso na hora de comprar seu roteador. Além de verificar a quantidade de portas, saiba quantos usuários simultâneos seu computador suporta e veja se está dentro de sua realidade.

Mão no bolso

Apesar dos diversos fatores existentes na compra de um roteador, alguns usuários avaliam apenas um quando estão diante de várias opções: o preço. Como dito anteriormente, existem modelos de diferentes valores, principalmente por conta da tecnologia utilizada.

O exemplo mais prático sobre isso é em relação aos roteadores de protocolo N, que chegam a custar o dobro do que os G. O motivo está na velocidade e amplitude do sinal, que chega a ser cinco vezes maior.

Apesar disso ser um critério bastante subjetivo, às vezes vale mais a pena pagar um pouco mais caro para ter um produto de qualidade e dentro daquilo que você espera do que optar por algo mais barato e ter de passear pela casa com o notebook nos braços em busca de sinal.

Porém, isso não quer dizer que os roteadores G são descartáveis e que você deve escolher majoritariamente um N. Por mais que este realmente seja superior, existem aparelhos com protocolo G com um ótimo custo-benefício, oferecendo qualidade de sinal e longo alcance a um preço razoavelmente baixo.

É o caso do Linksys WRT54G, que possui duas antenas e custa cerca de R$ 169. Já para quem quer um pouco mais de desempenho sem ter de gastar muito, o modelo TP-Link TL-WR642G aceita conexões de até 108 Mbps a uma distância de 200 metros.

Os aparelhos com protocolo N, apesar de custarem um pouco mais, compensam em relação às velocidades e à qualidade de transmissão de dados. Um roteador TP-Link TL-WR841ND, por exemplo, chega a custar R$ 329, mas oferece 300 metros de cobertura a uma velocidade de até 300 Mbps.

Outra possibilidade para melhorar a conexão via roteador de sua rede é adquirir uma antena mais potente. Caso seu aparelho possibilite essa troca, basta comprar um novo receptor com mais dBis. O próprio Mercado Livre oferece várias opções, que variam entre 25 e 55 reais. Basta escolher a que melhor se enquadra na sua necessidade.

Fonte: G1

Windows 7: melhore o rendimento da bateria do notebook

Viagens longas, alguns locais da sala de aula distantes de tomadas ou simplesmente o fato de ter esquecido o cabo em casa são situações corriqueiras na vida de quem sempre faz uso de um notebook. Nesses casos é importante saber configurar bem a máquina para diminuir o consumo da bateria, o que é um bicho de sete cabeças para muita gente.

Que tal deixar todo esse trabalho para o Windows 7? Nele é possível corrigir as configurações a fim de maximizar a durabilidade da bateria através da Solução de Problemas, um processo intuitivo e totalmente automatizado.

Como aumentar o tempo de duração da bateria

1. No Botão Iniciar, acesse o Painel de Controle;
2. Em "Sistema e Segurança", clique em "Encontrar e corrigir problemas";
3. Dentro da mesma opção, selecione "Aprimorar o uso de energia";
4. Clique em "Avançado" e marque a opção "Aplicar reparos automaticamente";
5. Avance e aguarde o diagnóstico, que permite selecionar as correções desejadas.

Em poucos segundos, o Windows indicará quais modificações podem fazer com que a carga da bateria perdure um pouco mais. Muitas vezes esquecemos alguns detalhes que fazem a diferença no consumo de energia, o que é facilmente resolvido no Windows 7.

Autor: Willian Fonseca

O uso corporativo do YouTube

Este ano o YouTube completou 5 anos e com certeza há motivos de sobra para comemorar. Atualmente, o site possui 2 bilhões de visualizações diárias e 24 horas de vídeos postados por minuto. São desde clipes musicais até imagens feitas por pessoas comuns que de repente se tornam virais, sem ninguém saber como começou.

Mas como as empresas podem usar o YouTube? Algumas até já usam o canal como forma de divulgar seus comerciais da TV, outras mais inovadoras lançaram promoções e concursos através do site, como a Nestlé que convidou os consumidores a criarem vídeos sobre o Nescau 2.0.

São diversas possibilidade de ações que podem ser feitas através do site, basta analisar a empresa e decidir qual seria a melhor estratégia. Para isso, segue algumas dicas do uso corporativo do YouTube:

1. A estratégia da Nestlé foi ótima. Assim como outras redes sociais, o objetivo principal do YouTube é o compartilhamento, então por que não convidar um consumidor para dividir sua opinião sobre a marca? Chame essas pessoas para fazerem vídeos sobre sua empresa, faça um concurso cultural, incentive esse internauta a participar e ajudar a espalhar a imagem do seu produto ou serviço;

2. Se sua empresa costuma promover eventos, por que não fazer uma cobertura própria para a web? Nada daqueles vídeos comerciais onde aparece o presidente da organização falando e um repórter todo bem vestido fazendo entrevistas com pessoas importantes. O vídeo do YouTube, para poder ser compartilhado, deve ter uma linguagem diferente de um comercial para a TV, por exemplo. Um vídeo com mais de 2 minutos já é considerado longo, as pessoas não têm muita paciência de assistir, principalmente aqui no Brasil onde nem todas as regiões possuem acesso a banda larga.

3. Produza vídeos que possam servir como prestação de serviços. Se você trabalha com produtos, faça um vídeo demonstrativo da maneira correta de utilizar esse item ou mostre formas diferentes de usá-lo. Se for uma organização especializada em serviços, mostre cases e demonstre como funciona seu serviço por meio de imagens;

4. Trabalhe com arquivos relacionados. Se há outros vídeos na rede falando sobre sua marca, divulgue-os também, adicione como favorito em sua página para que as pessoas possam ver conteúdo produzido por outros consumidores, isso poderá dar maior credibilidade a sua empresa;

5. Utilize outras redes para divulgar seu canal e faça uma página personalizada, coloque o logo, uma descrição bem feita e trabalhe o background, a TAM fez um trabalho interessante com o layout de sua página no YouTube.

Assim como todo trabalho com comunicação em mídias sociais, o planejamento é essencial, basta conhecer a empresa, o setor em que atua e o público-alvo para estabelecer a estratégia que trará melhores resultados.

Fonte: Outrolado

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