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16/10/2013

Kaspersky afirma que spams ficaram mais perigosos

Um estudo da empresa de segurança Kaspersky revelou que a quantidade de spams está diminuindo, mas o material está se tornando mais perigoso. Em agosto, a quantidade de pishing nos e-mails cresceu dez vezes, representando 0,013% do fluxo de mensagens, apontou o estudo.

No geral, a quantidade de spam diminui 3,6% em relação a julho, representando 67,6% dos e-mails enviados no período. Destes, 5,6% continham anexos maliciosos – índice 3,4% maior do que o mês anterior.

De acordo com a Kaspersky, espalhar vírus e malwares por e-mail é uma opção mais lucrativa aos cibercriminosos do que distribuir propaganda por spam. O tema principal das mensagens era a volta às aulas. Mas, em alguns casos, os e-mails não promoviam material escolar. Os spammers só usaram esse tema para chamar a atenção para outros artigos que anunciavam, como produtos cosméticos.

Os principais países que são fontes de spam foram China, EUA e Coreia do Sul. No total, esses países representam 55% do spam mundial. A China ocupa o primeiro lugar, com 21% do total de spams enviados.

O Brasil, que chegou a liderar o ranking de spam, agora ocupa a 19ª posição no ranking da Kaspersky, devido a uma queda contínua que já perdura por mais de um ano. De acordo com Fabio Assolini, analista sênior de malware, a queda é “reflexo de uma política bem sucedida de bloqueio da Porta 25, liderada pelo Comite Gêstor da Internet no país”.

Os usuários de redes sociais continuam a ser o alvo mais cobiçado dos ataques de phishing, representando 29,6% dos ataques. No Brasil, o Facebook ainda é a rede social mais usada em ataques desse tipo.

Os serviços de e-mail e mensagens instantâneas, com 17,2%, mantiveram a segunda posição, com uma diminuição de 0,4%. Os ataques às ferramentas de busca cresceram levemente, atingindo 16,1%. Serviços financeiros tiveram uma taxa de spam de 13,8%; prestadores de serviços de telefonia e internet, de 7,8%; lojas e leilões online, de 5,4%; e jogos online, 0,7%.

Em agosto, a Apple esteve entre os principais alvos dos ataques dos phishers. A Kaspersky Lab encontrou com bastante frequência mensagens supostamente procedentes de endereços oficiais da companhia, mas que na realidade eram mensagens de phishing feitas para enganar os usuários e roubar os seus logins e senhas.

Fonte: iMasters