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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

03/10/2013

Facebook tem cem vezes mais spams que outras redes sociais, revela estudo

Um estudo divulgado pela empresa de segurança Nexgate revela que a quantidade de spam em redes sociais tem aumentado e que o Facebook é o campeão na disseminação destas mensagens em plataformas de interação com uma incrível proporção de 100 para 1 em relação a rivais. O relatório, divulgado na terça-feira (1) pela companhia, analisou mais de 60 milhões de posts e comentários feitos no Facebook de uma média de 25 milhões de usuários.

A pesquisa também investigou posts do Twitter, Google+, YouTube e Linkedin no período entre 2011 e 2013. E constatou que uma em cada 21 mensagens contém conteúdo duvidoso, e que 15% de todo o spam contém links para fontes potencialmente perigosas na Internet.

Uma das redes sociais mais usadas do mundo, o Facebook é um dos alvos favoritos dos cibercriminosos, registrando quatro vezes mais ataques de phishing que a concorrência - o termo se refere a "pescaria" em português; pois tem o objetivo de "pescar" dados do usuário.

O Facebook também empata com o YouTube quando o assunto são as redes que mais recebem spam, em uma proporção de 100 para um em relação a outras redes sociais. Ou seja, para cada um comentário de spams encontrados em outras redes sociais na Internet, há cem comentários de spams publciados no Facebook e no YouTube (site de upload de vídeo).

O site de vídeos do Google também registrou cinco vezes mais conteúdo violento – como ameaças, preconceito e insultos – que as redes sociais analisadas pelo levantamento.

O estudo constatou também que perfis falsos publicam conteúdo mais rapidamente que contas autênticas, e cada spammer posta em pelo menos 23 contas diferentes. No quesito aplicativos, foi verificado que 5% deles são publicadores de spam, enquanto 20% são encontrados nas contas sociais de grandes marcas. Já em relação ao conteúdo, cerca de 15% de todos os spams contém links que levam a site de pornografia ou malware.

Outro dado revelado é que a quantidade de spam em redes sociais cresce mais que a taxa de comentários legítimos: atualmente, uma de cada 200 mensagens contém este tipo de mensagem. De forma impressionante, o crescimento alcançou taxas de 335% no início de 2013.

Segundo a Nexgate, o investimento em publicidade por marcas em mídias sociais deve chegar a US$ 7 bilhões em 2013 (cerca de R$ 15,5 bilhões),enquanto o dinheiro gerado por spam somente no Facebook é estimado em US$ 200 milhões (mais de R$ 442 milhões).

“O aumento do spam em redes sociais traz problemas para grandes marcas e cria problemas de marketing”, alerta o CEO e co-fundador da Nexgate, Devin Redmond. “Quem ignora spam está prejudicando a efetividade de seus programas e a confiança de sua marca. Os times que lutam contra isso têm problemas porque suas ferramentas não são desenhadas para a natureza sofisticada do problema, o que faz com que eles sejam obrigados a remover o spam usando seus times internos ou terceirizados, o que acaba dobrando os custos”, acrescenta.

Fonte: Techtudo

30/09/2013

“Múltiplos rompimentos em cabos de fibra ótica” causam instabilidade na banda larga da GVT no Sul e Nordeste

Clientes do serviço de banda larga da GVT estão reclamando de instabilidades no serviço de banda larga da operadora desde ontem à noite. O problema parece afetar especialmente o acesso a servidores localizados fora do Brasil. A empresa confirmou a ocorrência da falha e afirmou que espera restabelecer o serviço até a madrugada desta terça-feira, 1º de outubro.

No Twitter, dezenas de usuários por minuto reclamam do serviço de banda larga da GVT. O número de clientes afetados não parece ser pequeno: neste momento, o nome da GVT está nos Trending Topics de várias cidades brasileiras, como Curitiba, Salvador e Porto Alegre. Clientes das regiões Sudeste e Centro-Oeste também relatam problemas, apesar da GVT não ter admitido falhas nesses locais.

Na lista [caiu], onde administradores de rede relatam indisponibilidades de acesso nas operadoras brasileiras, um participante afirma que houve um rompimento de fibra ótica da Level3. Isso provavelmente contribuiu com a instabilidade, já que os cabos submarinos da empresa são uma das principais rotas de saída do Brasil.

Entramos em contato com a GVT hoje à tarde para solicitar esclarecimentos sobre a falha.

Ao Tecnoblog, a assessoria de imprensa da GVT confirma a “oscilação de velocidade no serviço de banda larga” em localidades da região Sul e Nordeste entre a tarde de ontem (29) e a manhã de hoje (30). O problema teria sido causado por “múltiplos rompimentos em cabos de fibra ótica terrestres e submarinos”, gerando lentidão no acesso a sites internacionais.

A GVT diz que está trabalhando desde ontem para corrigir o problema, usando rotas alternativas para diminuir o impacto aos usuários. Os clientes vão ter que esperar mais um pouco para tudo voltar ao normal: a operadora espera estabilizar o serviço até a madrugada de amanhã.

Fonte: Tecnoblog

26/09/2013

Spam social invade ambiente corporativo

As mídias sociais ainda não substituíram o e-mail para a comunicação corporativa no dia a dia, mas já incorporaram uma das piores características do correio eletrônico: o spam. Spammers estão usando as redes sociais para ultrapassar métodos de segurança que proviam ao menos algum grau de proteção contra e-mails indesejados.

Um novo relatório divulgado pela Nexgate trouxe à tona a quantidade de spam circulando em redes sociais. Os cientistas de dados da companhia analisaram mais de 60 milhões de conteúdos publicados em sites sociais em mais de 25 milhões de contas e concluíram que:

- Durante os seis primeiros meses de 2013, houve aumento de 335% no “social spam”

- 15% de todo spam social contém uma URL, geralmente para disseminar spam, pornografia ou malware

- Uma a cada 21 mensagens no Facebook, YouTube, Google+ e Twitter contém conteúdo com riscos de segurança, como linguagem inadequada, dados privados ou spam

- Uma a cada 200 mensagens em redes sociais contém spam, incluindo conteúdo adulto e malware

- O Facebook concentra o número mais alto de tentativas de phishing e informação pessoal identificável; na verdade, mais de quatro vezes a quantidade de outras redes sociais

- O YouTube possui o conteúdo mais arriscado: ameaças, discursos de ódio, insultos, entre outros. Para cada um desses conteúdos em outras redes sociais, há cinco no site de vídeos do Google

O aumento do spam em redes sociais está criando uma nova categoria de questões não apenas para gestores de mídia corporativa ou governamental, mas também equipes de segurança e de TI. “Spam não é apenas uma perturbação para funcionários. Também pode ser uma questão de segurança se usado com más-intenções”, afirma o líder de redes sociais para a General Services Administration (GSA),Justin Herman. A instituição auxilia agências federais dos Estados Unidos a desenvolver estratégias em redes sociais.

O escritório de tecnologias inovadoras e serviços ao cidadão da GSA já trabalha no aconselhamento e treinamento de agencias sobre como lidar com mensagens de social spam como “parte do programa geral de mídias sociais e segurança”. Hernan alerta usuários, por exemplo, a reportar mensagens duvidosas com links, como “você viu esse tweet sobre você?”. A GSA também oferece tutoriais online para gestores de mídias sociais.

Para companhias, o spam social também representa um custo financeiro em ascensão, co-fundador e CEO da Nexgate. Ele classifica as mensagens como “um fardo significativo para grandes marcas” e um “ralo” para programas de marketing.

O fato de spammers conseguirem direcionar suas mensagens a comunidades inteiras com uma única postagem e tê-la disseminada inúmeras vezes faz total diferença em comparação com o spam tradicional, no e-mail. Assim, o spam social aos poucos se torna mais complexo.

As mensagens com texto e link são os tipos mais populares, enquanto bots de funções (como o curtir, do Facebook),aplicativos e contas falsas são as formas mais recorrentes de distribuição. “O e-mail tradicional e soluções web e de antivírus não funcionam nas mídias sociais”, conclui um porta-voz da Nexgate.

Fonte: Informationweek

17/09/2013

Brasil é líder em lista dos países mais afetados por vírus na América Latina

A Karpesky divulgou a lista das principais ameaças que atingiram computadores da América Latina no primeiro semestre de 2013. No Brasil, o total de registros de acidentes que envolviam malware chegaram a mais de 29 millhões no período, e 35% foram ocasionados por ameaças transmitidas pela web. O índice coloca o país em 35º lugar no ranking global de países atacados e em primeiro na América Latina.

No primeiro lugar do top dez das ameaças virtuais está o worm “Debris.a”, propagado por meio de dispositivos USB ou sites. Descoberta em abril, a praga virtual afeta um grande número de usuários em países como México, Equador, Peru, Colômbia e Bolívia.

A lista de maiores ameaças virtuais também é formada pelos chamados “Adware.Win 32″, que são dispositivos que alteram os navegadores e instalam acessórios para exibição de publicidade. Com eles, a cada clique ou visita ao site, o cibercriminoso ganha dinheiro.

Segundo Dmitry Bestuzhev, diretor do grupo de Pesquisa e Análise para a América Latina da Karpesky, os programas são potencialmente perigosos porque os dispositivos não roubam dinheiro das vítimas diretamente, mas o fazem por meio do adware, que lhes garante lucro por outros meios durante a navegação.

Além disso, o estudo identificou que a ameaça “Kido.ih”, detectada pela primeira vez em 2009, continua a afetar computadores na América Latina. Bestuzhev explica que o worm se propaga por dispositivos USB e vulnerabilidades do Windows em redes Microsoft. “Há problemas graves nos hábitos de correção de vulnerabilidade, na instalação de atualizações e gestão responsável dos dispositivos USB pelos usuários”, analisa, o que favorece o fato de essa ameaça antiga ainda ser uma das principais a atingir equipamentos na América do Sul.

A pouca preocupação com proteção de drives removíveis, CDs, DVDs e outros métodos de armazenamento também foi responsável por 36% dos incidentes de malware em PCs no Brasil. O estudo ainda mostrou a presença da família de código malicioso “Trojan.Runner”, que se espalha somente através de dispositivos USB (pendrives). “É a prova de que existem sérios problemas no manuseio de dispositivos e configuração de sistemas operacionais, nos quais o sistema conhecido por Autorun não é desativado pelos usuários”, finalizou.

Usuários de computadores que encontrarem arquivos com nomes iguais ou semelhantes aos exibidos no gráfico da Kaspersky acima devem procurar uma solução antivírus com urgência.

Fonte: iMasters