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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

21/01/2016

Malware sequestra computador e pede resgate de R$ 2.000

Um malware baseado em um código open-source está à solta na web e, ao sequestrar os dados do computador do usuário usando criptografia, pede um resgate no valor de 2.000 reais. Mesmo que o internauta pague esse valor, ele não obtém seus arquivos de volta.

A ameaça foi identificada pela empresa de segurança digital Trend Micro, que busca uma solução.

O malware foi criado por um brasileiro a partir de um código-open source publicado no site GitHub. Esse tipo de software malicioso é chamado de ransomware.

Parte do malware foi criado pelo hacker turco Otku Sen, que compartilhou as informações do ransomware apelidado de Hidden Tear. Sua intenção era criar uma armadilha para hackers mal intencionados que, ao infectar as vitimas fosse utilizado um algoritmo muito fraco de criptografia fazendo com que a recuperação fosse possível sem a necessidade do pagamento.

O nome do arquivo agora é RANSOM_CRYPTEAR.B. Ele foi espalhado na internet utilizando uma página falsa de download do software Flash Player, da Adobe. Quando o download for concluído, o arquivo ramsonware é executado de forma automática.

A chave de criptografia é gerada pelo malware no próprio computador infectado – e ela é perdida, tornando muito difícil a recuperação de arquivos, mesmo que a vítima pague o resgate. O valor exigido pelo ransomware é cobrado em bitcoins, uma moeda virtual de difícil rastreio.

O pesquisador turco Sen publicou uma mensagem no Twitter dizendo que busca uma solução para o problema. Ele trabalha no caso junto com a Trend Micro.

Fonte: exame

07/01/2016

Microsoft sobre Windows 7: "use-o por sua conta e risco"

A Microsoft está aconselhando os usuários do Windows 7 a atualizarem seus dispositivos para o Windows 10. De acordo com a empresa, é arriscado continuar a usar a versão mais popular do sistema, presente em 55% dos PCs do mundo.

No Microsoft Monday, informativo semanal da companhia, a empresa advertiu que é perigoso continuar utilizando o Windows 7, citando preocupações quanto à compatibilidade de hardware, software e segurança do usuário. Durante uma entrevista no podcast do Windows Weekly, o diretor de marketing da Microsoft, Chris Capossela, reafirmou a posição da empresa e declarou que os usuários que optarem pela utilização do Windows 7 devem fazer isso "por sua conta e risco".

Capossela ainda enfatizou que é importante acabar com a fragmentação do Windows para garantir "um lugar seguro para os usuários".

Fonte: Olhar Digital

16/12/2015

Quase 40 milhões ficarão sem segurança na internet em 1º de janeiro

Diversos países emergentes ao redor do mundo, assim como alguns cidadãos brasileiros, ficarão parcialmente desprotegidos ao navegar na internet já nas primeiras horas do dia 1 de janeiro de 2016. Ao todo, serão quase 40 milhões de usuários deixados para trás com a atualização dos protocolos de segurança da web.

Hoje, ao usar o Google Chrome, Mozilla Firefox ou Microsoft Edge, um ícone de um cadeado e a sigla HTTPS surgem no início da maioria dos endereços eletrônicos disponíveis na web. Isso indica que a página que você está tentando acessar é devidamente criptografada e segura - como o Facebook e o Gmail.

O certificado que garante a um site sua segurança é conhecido atualmente como SHA-1. Contudo, o CA/Browser - grupo que determina quais páginas ganham essa certificação - decidiu que o SHA-1 não é mais tão seguro, e, a partir de 1 de janeiro de 2016, só emitirá certificados no padrão SHA-2.

É aqui que entra o problema. Navegadores ou sistemas operacionais mais antigos não possuem suporte para o novo padrão, e, por isso, não serão capazes de validar a autenticidade de páginas como a do Facebook e outras áreas criptografadas da internet. Na prática, celulares lançados há mais de 5 anos, por exemplo, não terão mais a mesma segurança para navegar na web.

Dependendo da plataforma e do navegador usado, é possível que esses sites sequer sejam liberados para o usuário que não tiver suporte ao SHA-2. Na China, por exemplo, cerca de 6% dos internautas serão afetados pela mudança, que atinge principalmente mercados emergentes.

Organizações como a CloudFlare e o próprio Facebook já se mobilizam para evitar que 40 milhões de pessoas sejam prejudicadas na virada do ano. A rede social já até apresentou sua alternativa: construir um mecanismo de código aberto que permita aos desenvolvedores habilitarem versões mais antigas de seus browsers ao SHA-2.

Se você usa uma versão do Google Chrome superior à 39; Mozilla Firefox 37 ou mais novo; ou Microsoft Edge, navegador padrão do Windows 10; não há com o que se preocupar. Esses browsers já possuem suporte ao padrão SHA-2. Mas se estiver em um Android 2.2, ou mesmo no Windows XP, seus dias de segurança na web estão contados. Pelo menos enquanto uma solução definitiva não for encontrada.

FonteL Olhar Digital

21/11/2015

YouTube passa a oferecer ferramentas de tradução para ampliar alcance dos vídeos

O YouTube está ampliando as possibilidades de tradução presentes nos vídeos originais postados na plataforma. A ideia é tornar os conteúdos do portal cada vez mais acessíveis tendo em conta que, em média, 60% da audiência de um canal costuma vir de fora do seu país de origem.

Ao todo, são três novos recursos que devem incrementar ainda mais este tipo de integração, dando novas possibilidades não só para os criadores de conteúdo, mas também para toda a comunidade em torno do YouTube. As novas ferramentas são:

1. Legendas e legendas ocultas (closed caption) fornecidas pela comunidade

Você pode permitir que seu vídeo seja legendado pela própria comunidade. Em uma espécie de “Wikipédia de legenda”, cada espectador pode contribuir para tornar o vídeo acessível também para ouvintes de outros idiomas.

2. Tradução de título e descrição de vídeos

Agora, você também pode adicionar traduções dos títulos e das descrições presentes em suas publicações no YouTube. Assim, quem pesquisa por “Brazil tourism tips”, por exemplo, pode encontrar aquele seu vídeo com dicas de turismo em nosso país.

3. Tradução profissional (beta)

Ainda em fase de testes, o YouTube adicionou uma espécie de loja a partir da qual você pode contratar um profissional da área para traduzir o seu conteúdo. E o processo é simples: você seleciona o idioma para o qual será feita a tradução, realiza o pagamento e o YouTube cuida do restante; depois, você é avisado assim que o trabalho for concluído.

As novidades já vinham sendo testadas por alguns canais parceiros do YouTube e apresentaram resultados muito positivos. Exemplo é o canal da VICE, que duplicou o tempo médio de visualização diária de seus vídeos traduzidos do inglês para espanhol e português.

Fonte: CanalTech

 

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