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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

06/02/2013

Operadoras não cumpriram metas de acessos a dados, diz Anatel

As operadoras de telefonia móvel no Brasil tiveram desempenho pouco abaixo da meta de acesso à rede de dados 3G estabelecida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel),de acordo com a primeira avaliação trimestral de qualidade realizada pela autarquia e divulgada nesta quarta-feira.

A agência reguladora tem sido mais rigorosa no último ano com as empresas de telefonia móvel sobre a qualidade dos serviços, tendo exigido planos de melhorias e, inclusive, recorrido a duras sanções, como o bloqueio das vendas de novas linhas em julho do ano passado.

O estudo, referente ao terceiro trimestre do ano passado, mostrou que Claro, TIM, Oi e Vivo tiveram resultados levemente inferiores à meta de 98 por cento estipulada para sucesso de acesso à rede de dados 3G por usuários.

O índice consolidado mostrou que as operadoras fecharam outubro em 96 por cento, após praticamente atingirem a previsão em agosto.

A Claro, do grupo mexicano América Móvil, cumpriu a meta em agosto, mas não em setembro e tampouco em outubro.

O indicador da TIM ficou abaixo da previsão de 98 por cento, embora tenha permanecido acima de 95 por cento nos três meses, enquanto a Oi teve um desempenho semelhante.

Já a Vivo, do grupo Telefônica Brasil, teve o pior desempenho das quatro operadoras, com indicador estável abaixo de 95 por cento para acesso à rede de dados, segundo o relatório da Anatel, que considerou para a empresa apenas setembro e outubro --agosto não foi relatado.

Em nota, a Telefônica Brasil rebateu as informações do relatório, informando que cumpre em "99 por cento das vezes" o indicador de qualidade de acesso a dados móveis.

A diferença, segundo a empresa do grupo espanhol Telefónica, deve-se às tentativas de acesso à Internet pela rede de telefonia 2G, que não suporta dados como a 3G e por isso tem pior qualidade de acesso.

"O relatório divulgado pela Anatel considera e superestima as tentativas de acesso à Internet pela rede 2G --rede na qual, como sabemos, a experiência de cliente não é a mais apropriada", segundo nota nesta terça-feira, afirmando que já apresentou esses argumentos para a agência reguladora.

Em relação à TIM, foram observadas oportunidades de melhoria no que se refere à conexão de dados, mas a empresa teve resultados dentro da meta na "maioria dos indicadores".

"A gente está condizente com as melhorias que a gente prometeu e que vão continuar ao longo de 2013", afirmou à Reuters o diretor operacional da TIM, Lorenzo Lindner, na tarde desta quarta-feira.

"A gente está aumentando a cobertura na rede 3G, mas a grande prioridade que a gente tem é aumentar a qualidade da rede", salientou o executivo.

A Claro disse em nota que "tem trabalhado fortemente para o cumprimento de todas as metas definidas pela Anatel", enquanto a Oi disse que se pronunciaria por ora apenas pela entidade que representa o setor, o Sinditelebrasil.

A instituição, por sua vez, disse em comunicado que a avaliação trimestral "mostra que as prestadoras estão cumprindo o plano de ação de melhorias", apesar de reconhecer que "no índice de acesso à rede de dados, o desempenho está quase na meta e apresentando melhora em outubro".

Já em relação ao acesso à rede de voz, a análise da Anatel apontou que todas as empresas cumpriram a meta no trimestre, com índice um pouco acima de 95 por cento.

Reclamações

A TIM foi a líder de reclamações sobre a rede móvel na avaliação do plano de melhorias para o serviço --mas a empresa reforçou, em nota, que foi "a segunda operadora com menor volume de reclamações" em relação ao conjunto de itens avaliados pela Anatel no mês de outubro de 2012.

A empresa do grupo Telecom Italia gerou um pico de mais de 4 mil reclamações sobre a rede móvel, em agosto, mês em que a Claro ficou com mais de 2 mil queixas, e a Oi, com pouco mais de 1500 reclamações. Apesar disso, as empresas fecharam o trimestre com menos reclamações do que começaram.

A três operadoras foram punidas pela Anatel em meados do ano passado com suspensão das vendas de novas linhas por cerca de 10 dias, por conta de alegados problemas na qualidade dos serviços, e tiveram que apresentar um plano de ação de melhorias.

A Vivo não teve as vendas suspensas, mas também precisou apresentar um plano de ação.

Registro das redes de acesso mostram que, durante todo esse trimestre, a queda nas chamadas no setor ficou abaixo do limite de 2 por cento estabelecido pela agência. No entanto, na média, mais chamadas caíam em outubro do que em agosto.

A Anatel tolera uma queda de conexão da Internet de até 5 por cento, e as operadoras fecharam outubro com um índice pouco abaixo de 2 por cento, representando uma melhor em relação agosto.

Essa avaliação compreende os três primeiros meses dos planos de longo prazo apresentados pelas prestadoras à Anatel para a melhoria dos serviços.

Fonte: Reuters

21/01/2013

Banda larga cresce 45% no Brasil em 2012

O Brasil fechou o ano de 2012 com 86 milhões de acessos em banda larga, apresentando um crescimento de 45% em relação a 2011, revela levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil),divulgado nesta sexta-feira, 18/01.

O estudo mostra que 27 milhões de novos acessos foram ativados no ano passado a um ritmo de uma nova conexão por segundo. A expansão também se deu na cobertura das redes de banda larga móvel, que cresceu 24%, alcançando 3.285 municípios com a infraestrutura de terceira geração (3G). Do total de acessos, 50% foram ativados apenas nos últimos 18 meses.

De acordo ainda com a Telebrasil, a evolução mais significativa em número de acessos em 2012 se deu no segmento móvel da banda larga, com 60% de crescimento em relação a 2011. A internet rápida pela rede móvel alcançou um total 66 milhões de acessos em dezembro. Na banda larga móvel, 52,5 milhões são de conexões de celulares 3G, incluindo os smartphones, e 13,5 milhões de terminais de dados, entre eles modems de acesso à internet e chips de conexão máquina-máquina (M2M).

O avanço de 24% na cobertura da banda larga 3G permitiu a ativação de 635 novos municípios em 2012, numa média de 2 municípios por dia. Ao todo, as redes de terceira geração estão instaladas em 3.285 municípios, onde mora 88% da população. Esse total de municípios supera em mais de três vezes as obrigações de cobertura previstas no edital, que são de conectar 928 municípios até abril de 2013.

Na banda larga fixa, os acessos somaram 20 milhões em dezembro. Desse total, dois milhões de conexões foram ativadas nos últimos doze meses. A infraestrutura de banda larga fixa está presente em todos os municípios brasileiros.

Fonte: Convergência Digital

18/01/2013

Os números gigantescos da Internet em 2012

Ainda estamos naquela parte do ano novo quando você esquece que não é mais 2012. Então ainda dá tempo de encerrar o ano passado sem parecer tarde demais, certo? Se você estava curioso sobre o que aconteceu na internet em 2012, em números, você pode descobrir isso aqui.

O Pingdom reuniu todas as suas pesquisas, e também de terceiros, para nos trazer os enormes números do uso da internet em 2012. Destacamos alguns deles aqui:

  •     2,4 bilhões de usuários de internet em todo o mundo
  •     2,2 bilhões de usuários de e-mail no mundo
  •     144 bilhões de e-mails enviados por dia
  •     68,8% desse e-mail é spam
  •     1,2 trilhão de pesquisas no Google em 2012
  •     2,7 bilhões de Likes por dia no Facebook
  •     175 milhões de tweets enviados por dia, em média, durante o ano
  •     40,5 anos – idade média de um usuário do Facebook
  •     37,3 anos – idade média de um usuário do Twitter
  •     634 milhões de sites em todo o mundo
  •     51 milhões de sites adicionados durante o ano
  •     246 milhões de registros de nome de domínio feitos em todos os domínios de nível superior

Se você quer ainda mais números – e olha, tem muito mais de onde estes vieram – vá até o Pingdom e explore os “milhões”, “petabytes” e o fato de que o Brasil é o país mais ativo no Facebook.

Parece que estes números não mudam tanto a ponto de diferenciarem um ano do período anterior, mas isso não é verdade. Compare 2012 com 2011 e você verá o quanto as coisas podem mudar. O que 2013 trará?

Fonte: Gizmodo

17/01/2013

e-bit afirma que e-commerce deve crescer 25% este ano

De acordo com dados da e-bit, especializada em informações do e-commerce, estima-se que as vendas no comércio eletrônico cresçam 25% neste ano em relação a 2012.

O levantamento aponta que, no Brasil, as operações no e-commerce devem faturar R$ 28 bilhões em 2013, consequência da boa fase econômica do País e do aumento das vendas de tablets e smartphones.

Segundo Cris Rother, diretora de negócios da e-bit, a adesão aos dispositivos móveis por parte dos brasileiros vai aumentar cada vez mais devido à redução dos preços, conforme aponta o índice Fipe Buscapé, e também pela alta demanda por pacotes de banda larga com valores mais acessíveis. “A cada ano, vemos maior adesão dos brasileiros a dispositivos móveis. Somente em 2012 a queda de preços dos celulares em comparação a 2011 foi de 13,41%”, justifica a diretora.

Ela ressalta ainda a participação da classe C nesse cenário. De acordo com Cris, 56% dos novos consumidores pertencem a esse grupo, fomentando o crescimento do faturamento do setor. No entanto, há de se observar que o endividamento das famílias também pode interferir negativamente nos resultados das vendas online. “Em novembro, por exemplo, 59% das pessoas disseram estar endividadas, sendo que e 6,8% declararam que não terão como pagar as dívidas, o que acaba refletido também no e-commerce. Caso esse endividamento fosse menor, o e-commerce poderia crescer ainda mais”, reconhece.

Os eventos esportivos também têm significativa contribuição para a ascensão do e-commerce em 2013. “Vimos em 2010 um movimento muito forte na venda de eletrônicos, especialmente TVs de LED e tela fina, por conta da Copa do Mundo. Em 2013, teremos a Copa das Confederações, o que pode antecipar essa renovação dos aparelhos visando a Copa de 2014″, prevê a executiva.

Fonte: iMasters