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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

25/01/2012

Internet é oportunidade: campanhas publicitárias na web crescem 26% em 2011

Quer investir em um negócio rentável ou ampliar a receita e lucro da sua empresa? Se sua resposta for positiva, a internet é um meio que te proporciona grandes chances para atingir esse objetivo. Isso porque a web representa uma “mar” de oportunidades para as empresas e empreendedores garantirem bons negócios. Um dos pontos que comprova esse fato é o crescimento do número de campanhas de publicidade promovidas na web.

Segundo dados do Ibope Nielsen Online, em todo o ano passado, foram realizadas 38,6 mil campanhas de publicidade online, aumento de 26,1% em relação a 2010. Esse fato foi efeito do crescimento do número de empresas que investiram em anúncios na internet. Este cresceu 21,3% no ano passado, totalizando praticamente 6 mil anunciantes, que realizaram 131,4 mil peças publicitárias de banners na web (alta de 14,4% ante 2010).

Para se ter uma noção do rápido avanço, somente no mês de dezembro do ano passado, os números de banners, campanhas e anunciantes na web ficaram em 21,95 mil, 6,8 mil e 2,41 mil, expressivos aumentos de 80%, 55% e 49,6% na comparação com janeiro de 2011, respectivamente.

Tal fato mostra que ter um negócio virtual, seja por meio da criação de um site de conteúdo, blog, e-commerce, rede social, fórum, etc, representa um grande pontencial, já que os investimentos realizados na internet, principalmente em publicidade, seguem em plena expansão.

Outro dado do Ibope que mostra o tamanho do potencial da internet para a geração de negócios é que o Brasil fechou dezembro com 63,5 milhões de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho, dos quais 46,6 milhões foram usuários ativos. Quando analisado a quantidade de pessoas que têm acesso à web em qualquer lugar (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais),o número é ainda maior, sendo superior a 78,5 milhões de pessoas.

Fonte: Locaweb

09/01/2012

Apenas 10% dos usuários móveis respondem por 90% do tráfego global

Naturalmente você já ouviu falar em desigualdade social, mal que atinge todos os países, especialmente os menos desenvolvidos. Há, porém outro tipo que vem se acentuando: a digital.

De acordo com a companhia de publicidade britânica Arieso, 1% dos usuários de Internet móvel são responsáveis por metade do tráfego global, e os 10% que mais consomem respondem por 90% dos dados gerados. Ela chegou a essas conclusões a partir do monitoramento de 1,1 milhões de clientes de uma operadora europeia durante novembro.

O diretor de tecnologia da empresa, Michael Flanagan, porém, nega qualquer semelhança entres as desigualdades sociais e digitais. Em entrevista ao The New York Times, ele disse que os “heavy users” – internautas que mais consomem dados – são formados por pessoas de diferentes perfis, de importantes executivos a jovens que não abrem mão de planos com banda ilimitada.

“Algumas pessoas traçaram um paralelo com o movimento Occupy Wall Street – cheguei a escutar o termo “Occupy Downlink” – mas as situações são bastante diferentes, e o contexto da Internet móvel não segue o mesmo padrão das classes socioeconômicas”.

Para Pal Zarandy, analista do instituto Rewheel, com sede na Finlândia, o levantamento não chega a surpreender, pois a diferença de hábito entre os que acessam a rede por conexão 2G – a grande maioria dos celulares – e os que possuem planos 3G é enorme. Os do primeiro grupo basicamente consomem dados com chamadas e mensagens de texto, os do segundo abusam de vídeos, navegações por sites e envio de e-mails.

Embora os smartphones venham substituindo, lentamente, os celulares comuns, são poucos os países em que eles já representam mais de 50%. Na própria Finlândia, por exemplo, onde isso ocorre, há provedoras que oferecem acesso ilimitado por apenas 6,40 dólares (11,8 reais) por mês. Lá eles consomem 1GB mensalmente – dez vezes a média europeia – e, segundo pesquisa da Ericsson, 40% dos que detêm dispositivos móveis com conexão à Internet a acessam antes de levantar da cama.

Por mais que isso possa parecer uma boa notícia para as operadoras, pois quanto mais dados os usuários consomem mais eles pagam, a realidade é outra. As grandes companhias já manifestaram a dificuldade em acompanhar hábitos de seus clientes, pois sua arrecadação tem crescido a um ritmo bem inferior ao do tráfego global.

Segundo as divulgadas pelos institutos Gartner, Ovum, Informa e Yankee Group, a renda das empresas tradicionais de telecomunicações crescerá 10,7% entre 2010 e 2014. No entanto, o consumo de dados, que em 2010 esteve na casa dos 20 Exabytes mensais, chegará a 2015 com 86,5 Exabytes – alta de 324%.

Fonte: IDG NOW!

23/11/2011

Vivo promete velocidade três vezes maior com 3G HSPA+

A Vivo reforça a aposta em banda larga móvel para aumentar a receita de dados e coloca no ar sua rede HSPA+, uma evolução de 3G, que promete ser três vezes mais veloz que os serviços atuais. Com o investimento na nova arquitetura, a operadora lança nesta terça-feira (23/11),o pacote 3GPlus, com conexões de 10 GB de franquia de dados.

Inicialmente a oferta estará disponível na região metropolitana de São Paulo e aos poucos se estenderá para outras praças. Entretanto, os usuários paulistas vão poder acessar a banda larga 3GPlus em toda a área de cobertura de 3G da Vivo, que atualmente alcança 1 711 municípios.

O pacote da banda larga 3GPlus da Vivo com modem incluso custará 199 reais mensais. Para atrair clientes do Speedy, a operadora está concedendo 50% de desconto nesse valor, seguindo sua estratégia de integrar assinantes das duas prestadoras de serviços, Vivo e Telelefônica. O público-alvo que a operadora quer atrair com esse novo produto é o premium, formado por usuários finais que consomem muito dados, e o segmento corporativo.

A operadora controlada pelo grupo espanhol Telefônica é a primeira do Brasil a implementar uma rede comercial HSPA+, para aumentar a taxa de transmissão de dados da banda larga 3G, tornando o serviço no que os especialistas estão chamando de 3,5G.

O diretor-geral da Vivo, Paulo Cesar Teixeira, destaca que a nova tecnologia é um passo para 4G (baseada em Long Term Evolution - LTE) e que teoricamente tem capacidade para oferecer velocidade de até 21 Mbps. Entretanto, ele ressalta que, com o compartilhamento da banda, essa taxa pode cair para 6 Mbps e chegar em 3 Mbps em momentos de pico.

“A rede não é democrática e tudo depende do que o usuário está baixando. Com 3GPlus, vamos melhorar a experiência do usuário e entregar velocidade três vezes superior que nossos serviços atuais”, promete Teixeira. Segundo ele, hoje as conexões 3G da Vivo podem chegar 1 Mbps.

Barreira dos dispositivos

Toda a rede 3G da Vivo, que segundo a operadora, é a maior do País, com cobertura de 1.711 cidades, recebeu upgrade de software e hardware para se tornar HSPA+. O projeto faz parte de um investimento de quase 6 bilhões de reais que o grupo Telefônica está destinando ao Brasil em 2011 para telefonia móvel, incluindo expansão da infraestrutura e compra de novas licenças.

Com a evolução da rede 3G para HSPA+, Teixeira informa que a Vivo aumenta suas apostas na banda larga móvel para ampliar a receita de dados. Segundo ele, esse negócio cresceu cerca de 4% na companhia. Na comparação entre o terceiro trimestre de 2010 para 2011, a participação dessa área subiu de 19,6% para 23,4%.

Ainda assim, o executivo observa que o Brasil está muito distante de outros mercados mais avançados, como é o caso do Japão, onde 50% da receita das operadoras vem da venda de dados. Teixeira avalia que a principal barreira para explosão desse serviço no País é o alto preço dos smartphones.

Em razão disso, esses devices representam apenas 10% da base de terminais móveis do País. “Se houver redução dos preços dos smartphones haverá aumento do consumo de dados”, acredita o diretor-geral da Vivo.

O executivo também espera que a indústria aumente a oferta de terminais para HSPA+. Prova disso é que a operadora está lançando o pacote 3GPlus com apenas duas opções de dispositivos, além do acesso via modem. São o smartphone Galaxy SII e o tablet Galaxy, ambos da Samsung.

A Vivo está negociando com outras fabricantes e sua expectativa é até o Natal contar com mais três dispositivos compatíveis com HSPA+.

Fonte: IDG NOW!

27/09/2011

Conexão no Brasil é uma das mais lentas do mundo, diz pesquisa

Um levantamento realizado pela empresa Pando Networks liberado na semana passada mostra que os brasileiros têm que lidar com uma das conexões à internet mais lentas do mundo. Segundo a empresa, as conexões locais registram a velocidade média de modestos 105 Kbps, o que rendeu ao país apenas a 163ª colocação no ranking mundial de velocidade dos acessos.

Desta maneira, o país está tecnicamente empatado com a Nigéria e Iraque com seus 104 Kbps e atrás de países como Algéria (114 Kbps),Tanzânia (133 Kbps),e Afeganistão (150Kbps),entre outros gigantes da rede mundial.

Mesmo na América Latina, o país fica atrás do Chile (288 Kbps),Guiana Francesa (196 Kbps),Colombia (183 Kbps),Peru (161 Kbps),Argentina (132 Kbps),Equador (126 Kbps),Venezuela (122Kbps) e Uruguai (115Kbps),mas vence as gloriosas nações da Guiana (47 Kbps),Bolívia (62 Kbps),Suniname (65 Kbps) e Paraguai (98 Kbps).

O país com a maior velocidade média de conexão à web é a Coreia do Sul, com 2.202 Kbps, seguido pela Romênia (1.909 Kbps) e Bulgária (1.611KBps). Já os EUA ficaram apenas na 24ª posição com velocidade média de 580 Kbps.

Fonte: Tecnoblog