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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

23/03/2011

E-commerce faturou R$ 14,8 bilhões no Brasil em 2010, aponta e-bit

O comércio eletrônico brasileiro faturou 14,8 bilhões de reais em 2010, o que representa aumento de cerca de 40% em relação ao resultado de 2009, de acordo com a 23.ª edição da pesquisa WebShoppers, divulgada nesta terça-feira (22/3) pela consultoria e-bit.

O resultado superou a expectativa de faturamento de 14,5 bilhões de reais para o setor, prevista anteriormente pela consultoria. A compra média em 2010 foi avaliada em 373 reais.

Considerando usuários que compraram online desde o início da medição, em 2001, o total de consumidores que já fizeram compras na internet brasileira atingiu 23 milhões de pessoas no ano passado, o que representou um acréscimo de 5,4 milhões em relação aos 17,4 milhões de pessoas registradas até o fim de 2009.

Maturação

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o e-commerce passa por um período de maturação. “As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes em comprar online. Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, disse o executivo.

Em 2010, pela primeira vez os eletrodomésticos alcançaram o primeiro lugar no ranking das categorias de produtos mais vendidos, representando 14% do total. “Nos últimos anos, constatamos um consumidor com um perfil diferente. Este consumidor, da classe C, entra de outra forma na internet e considera os relatos positivos de parentes e amigos. Além disso, ele leva em conta marcas conhecidas dentro da internet para fazer compras, como Carrefour, Casas Bahia etc”, informou Guasti.

Além da confiabilidade, para o diretor geral da e-bit a percepção de preços menores em relação ao varejo tradicional e os prazos mais dilatados para pagamento também contribuíram para o aumento das vendas de produtos com maior valor agregado. A categoria de livros, assinaturas de revistas e jornais ficou em segundo lugar entre as mais vendidas, seguida por saúde, beleza e medicamentos; informática e eletrônicos.

O resultado de 2010, segundo a e-bit, foi influenciado pelas vendas proporcionadas pela Copa do Mundo. O evento impulsionou a venda de TVs de tela fina, especialmente LCD. Segundo Guasti, outrros fatores que contribuíram para o desempenho do setor foram a entrada de novos players, a consolidação dos grandes grupos de varejo e o aumento da renda do consumidor.

Perspectiva 2011


A expectativa da e-bit para 2011 é que o setor alcance um faturamento ao redor de 20 bilhões de reais, o que representaria uma expansão ao redor de 30%. O setor deve atrair mais pessoas comprando pela internet. Só no primeiro semestre do ano são esperados cerca de 4 milhões de novos entrantes no setor, chegando assim, a 27 milhões de e-consumidores que realizaram, ao menos, uma compra online.

“Devemos aumentar ainda mais nossa participação na América Latina. O faturamento no primeiro semestre de 2011 deve ser de 8,8 bilhões de reais, valor superior ao de todo o ano de 2008”, afirmou Guasti. “O bom rendimento do canal não deve parar e seguirá com crescimento significativo esse ano. Com a maior consolidação do setor, aliada às novas ferramentas que auxiliam os consumidores na hora de realizar uma compra, como as redes sociais, o faturamento do e-commerce brasileiro deve continuar sua expansão, ainda que num ritmo menor que o ano passado”, conclui o diretor geral da e-bit.

Algumas categorias devem ganhar ainda mais destaque durante o ano, como é o caso de moda e acessórios. Hoje, a categoria ocupa a 6.ª colocação no ranking das categorias mais vendidas do canal, com aproximadamente 5% no share total. Há quatro anos, a categoria era posicionada abaixo da 20.ª colocação.

Fonte: IDG Now!

21/03/2011

Acesso à rede no Brasil cresce 9,6% e chega a 73,9 milhões de internautas

O número de pessoas com acesso à internet no Brasil atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010, segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta sexta-feira (18). O número, que considera todo tipo de acesso, seja residencial, no trabalho, em escolas ou em lan houses, representa um crescimento de 9,6% em um ano: o país tinha 67,5 milhões de internautas no final de 2009.

O acesso à internet no trabalho e em domicílios teve crescimento ainda maior, de acordo com o Ibope, que utilizou números do mês de fevereiro de 2011 e de 2010 para a comparação separada por locais de conexão.

O total de pessoas com conexão em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2011, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e chegou a 52,8 milhões, segundo o Ibope.

Das 56 milhões de pessoas que têm acesso à internet no trabalho ou em residências, 41,4 milhões foram usuárias ativas em fevereiro, crescimento de 12,7% na comparação com os 36,7 milhões de fevereiro de 2010.

Fonte: G1

04/03/2011

Senador quer incluir acesso à internet como direito social

O acesso à internet poderá ser inserido na lista de direitos sociais estabelecidos pela Constituição Federal caso uma proposta de emenda à Constituição (PEC 6/11) apresentada pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) seja aprovada pelo Congresso Nacional.

Em sua justificativa, o parlamentar alega que a exclusão digital do país não só aprofunda as desigualdades sociais como pode comprometer o desenvolvimento educacional e econômico do país, reduzindo sua competitividade.

"O desfrute de muitos direitos do cidadão, como o da informação, o da educação, o do trabalho e o da remuneração digna, depende cada vez mais do acesso às novas tecnologias de informação e comunicação. Daí a necessidade de incluir tal acesso como um direito constitucional", afirma Rollemberg.

Fonte: IDG NOW!

03/03/2011

Computação em nuvem não substituirá armazenamento físico

A computação em nuvem não deve substituir o armazenamento comum de arquivos nem deve ter regulação especial, segundo especialistas que estão em conferência sobre o assunto na CeBIT, em Hannover. Executivos da IBM, Fujistsu, Intel e Google concordaram que a computação em nuvem é uma tecnologia evolutiva, mas advertiram que o hardware é chave para maximizar os benefícios. As informações são do site v3.co.uk.

Segundo Andre Kiehne, vice-presidente da Fujitsu, as empresas e os indivíduos nunca poderão armazenar 100% de suas informações em nuvem. Ele acrescentou que para haver sucesso na tecnologia, ainda é preciso superar alguns problemas técnicos.

Sébastien Marotte, vice-presidente de empreendimentos do Google, também concordou que não é apropriada a gravação de todos os dados em nuvem, mas ele ressaltou que as empresas precisam aproveitar mais as vantegens da tencologia.

"Não podemos por tudo em nuvem agora, mas meu conselho é que botem tudo que pode ser posto em nuvem porque os benefícios são dramáticos. São benefícios em escala, manutenção, acessibilidade e evolução", defendeu Marotte.

Fonte: Terra