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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

09/05/2015

Windows 10 pode ser a “última versão” do sistema Windows

Com o Windows 10, a Microsoft não quer repetir os erros cometidos no lançamento do Windows 8 e acabar com a má aceitação do público em relação ao sistema operacional. Desde o anúncio da nova plataforma, a companhia tem vendido o produto não como um simples software de computador, mas como um conjunto de serviços que vão ditar o futuro do sistema. E no que depender da empresa, o Windows como conhecemos está prestes a entrar em um novo capítulo de sua história.

Jerry Nixon, engenheiro de software da empresa, fez uma declaração curiosa durante uma conferência com jornalistas nesta semana: “Neste momento, estamos liberando o Windows 10 e, pelo fato do Windows 10 ser a última versão do Windows, ainda estamos trabalhando no Windows 10″. Ou seja, é provável que este seja o último Windows a contar com uma numeração em seu nome que o diferencie das gerações anteriores.

Na prática, isso significa que a Microsoft vai transformar o Windows, como ela própria já havia dito, em um serviço – mesmo sem dar detalhes de como exatamente será esse novo modelo. Trata-se de uma plataforma com marca “fixa”, assim como outros programas da empresa, como o Office 365: o nome é o mesmo, mas as funcionalidades mudam conforme são liberados novos updates e sem ninguém perceber que o mecanismo foi atualizado.

O objetivo da Microsoft é cortar essas versões “principais” do Windows para torná-lo um produto único e contínuo. Por exemplo, hoje conseguimos diferenciar o Windows Vista do Windows 7, mas a partir do Windows 10 não haverá mais essa separação de sistemas operacionais. Em vez de grandes lançamentos, haverá melhorias e atualizações regulares, quase que mensais, que poderão ser gerenciadas pelos próprios usuários e empresas.

Além disso, a partir do Windows 10, a Microsoft pretende integrar seu sistema em diversos aparelhos, em diferentes categorias. Não importa se você tem um tablet, smartphone, computador ou videogame: a ideia é levar e adaptar o software para todos esses dispositivos.

Essa estratégia pode beneficiar não apenas o Windows, mas a Microsoft como um todo. Como informado acima, o lançamento de versões como Windows 8 e Vista manchou a reputação do software para PCs, já que a grande maioria dos usuários não aprovou as mudanças e funções disponíveis nessas versões. Ao batizar a plataforma como somente “Windows”, ficará mais fácil apontar os erros e corrigi-los prontamente, sem caracterizá-los como defeito desta ou daquela versão específica.

Independentemente das decisões tomadas pela gigante de Redmond, o fato é que ela está investindo todas as suas fichas no Windows 10 e em como ele poderá marcar um novo passo no campo dos sistemas para PCs. Entre as principais novidades estão a volta do Menu Iniciar, integração com a assistente de voz Cortana, apps universais e um novo navegador, o Microsoft Edge.

Fonte: iMaster

01/04/2015

Metas do Brasil para 2018: velocidade média de 25 Mb/s e 4G em mais de 1.000 cidades

O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, apresentou nesta quinta-feira (26) a pauta da pasta na Câmara dos Deputados. Berzoini citou o programa Banda Larga para Todos como uma das prioridades do governo e divulgou as metas para 2018, que incluem o aumento da velocidade média de conexão à internet para 25 Mb/s e a ampliação da cobertura do 4G para 1.142 cidades.

As metas do governo parecem um tanto ousadas. Segundo o ministro, a velocidade média de acesso à internet no Brasil é de 6,8 Mb/s. Para quadruplicar esse valor, a ideia é levar fibra ótica para 90% dos 5.570 municípios brasileiros e 45% das conexões domésticas. Os dados mais recentes da Anatel mostram que apenas 4,19% das conexões eram por fibra em fevereiro. O xDSL, usado principalmente por Oi e Vivo, ainda lidera, com 54,46%.

Se o Brasil conseguir alcançar a velocidade média de 25 Mb/s em 2018, teremos o que os Estados Unidos consideram hoje o mínimo para uma conexão ser banda larga. A FCC, equivalente norte-americana da Anatel, subiu os requisitos de 4 Mb/s de download e 1 Mb/s de upload para 25 Mb/s de download e 3 Mb/s de upload no início do ano. Não conheço uma definição da Anatel, mas a oferta do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) é de 1 Mb/s por R$ 35.

Além das metas para a banda larga fixa, o Ministério das Comunicações quer melhorar a situação das conexões móveis no país. Atualmente, 3.805 cidades são cobertas com 3G. Até 2018, a meta é elevar esse valor para 4.994 cidades. Em 2019, 100% teriam (finalmente!) cobertura móvel de terceira geração. O governo também pretende aumentar o número de cidades com 4G para 1.142. O 4G da Vivo alcança hoje 141 municípios; a Claro, segunda colocada, aparece em 95.

Como o governo vai conseguir atingir essas metas? Nós ainda não sabemos dos detalhes, mas, nas palavras de Berzoini: “a ideia é a parceria público-privada através de investimentos públicos e do uso de créditos tributários vinculados ao Fistel para que as operadoras, tanto as grandes quanto as médias e os pequenos provedores de internet, possam usar esse instrumento como forma de aderir a esse esforço governamental”.

Fonte: Tecnoblog

18/03/2015

Microsoft vai encerrar marca Internet Explorer

O chefe de marketing da Microsoft, Chris Capossela, anunciou que o sucessor do Internet Explorer, chamado atualmente de Projeto Spartan, receberá nome e logotipo oficiais. Isso significa a “morte” iminente da marca do navegador lançado em 1995.

O IE continuará no Windows 10 para fins de compatibilidade, mas o Projeto Spartan será a principal maneira de acessar a Internet na nova versão do sistema operacional. Nos últimos anos, a Microsoft vem tentando, sem sucesso, acabar com a imagem negativa do Internet Explorer com diversas campanhas.

O chefe de marketing também ressaltou o poder de usar a marca Microsoft à frente de produtos como o Windows e o Internet Explorer. A empresa está testando nomes e fazendo pesquisas de mercado, mas ainda não disse quando o novo nome será revelado.

Fonte: iMasters

24/02/2015

Chrome avisa sobre sites infectados por malware antes de carregá-los

O Google anunciou mudanças no seu programa SafeBrowsing: a partir de agora, os usuários que navegarem para um site que possa conter conteúdo malicioso receberão alertas no Chrome antes de a página ser carregada.

Com a novidade, uma página será exibida informando o usuário do perigo, mas permitindo que ele prossiga caso deseje e se responsabilize pelos riscos.

O Google também modificou seu sistema de busca para incorporar sinais que ajudem a identificar esses sites. Assim, as chances de que o usuário acesse as páginas através de seus resultados de busca devem diminuir. A empresa também passou a desabilitar anúncios que possam levar o usuário a sites que possam conter software malicioso e vírus.

O SafeBrowsing é uma iniciativa do Google que reúne listas de URLs que possam conter malware ou phishing e é usado por navegadores como Chrome, Safari e Firefox. O serviço também está disponível em forma de API e as informações são compartilhadas com diversos provedores de serviços de Internet.

Fonte: iMasters

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