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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

09/02/2015

Buscador francês Qwant chega ao Brasil para competir com o Google

O Qwant é um novo serviço de busca criado na França que tenta se destacar dos demais por “respeitar a vida privada dos usuários”, conforme explica a própria empresa.

Isso significa que, diferente do Google, o site promete não coletar os dados dos usuários a fim de criar seu perfil para poder oferecer anúncios direcionados. A empresa ainda é uma startup, no entanto. O site surgiu em 2013 na França e expandiu para a Alemanha em 2014, mesmo ano em que atingiu 1,6 bilhões de consultas, presente em 25 países e 15 idiomas.

Sobre seu funcionamento, é interessante ver como ele tem uma interface completamente diferente do que existe no Google, Bing e Yahoo, os principais buscadores hoje no mundo, não necessariamente melhor nem pior.  Ele indexa e apresenta de forma uniforme conteúdo da web e das redes sociais em conjunto.

A página inicial também apresenta as últimas tendências nas buscas feitas pelos usuários de um país.

A empresa também propõe o Qwant Junior, um buscador especial para crianças, com uma interface diferente e design criado para facilitar o entendimento por crianças e filtro de conteúdo, privilegiando material educacional e eliminando material impróprio.

Fonte: iMasters

30/01/2015

Começa a consulta pública para regulamentar o Marco Civil da Internet

O governo inicia nesta quarta-feira (28) a regulamentação dos pontos pendentes do Marco Civil da Internet, que entrou em vigor em junho de 2014, mas deixou pontos polêmicos em aberto, como a neutralidade de rede e como ficam guardados os registros dos acessos a serviços na internet.

O Marco Civil é uma legislação específica sobre princípios, garantias, direitos e deveres dos usuários de internet no Brasil.

Uma consulta pública receberá colaborações da sociedade para dar suporte ao decreto presidencial que fechará essas lacunas - um exemplo são as condições em que vão existir exceções às regras. A cargo do Ministério da Justiça, a iniciativa foi aberta nesta quarta e tem previsão de durar 30 dias, mas pode ser prorrogada.

Pela primeira vez, a Presidência resolveu recorrer ao expediente para construir um decreto. O ministério diz que o uso da consulta pública já havia sido usada para montar o projeto aprovado no Congresso (Veja como ela mudou abaixo). “É algo bastante inovador, que cabe com o histórico do que é o Marco Civil da Internet desde a sua origem”, diz Gabriel Sampaio, titular da Secretaria de Assuntos Legislativos, ligada à pasta.

Neutralidade de rede

Um dos pontos que tem despertado mais debate é a neutralidade da rede. Os defensores afirmam que o item é importante para que provedores de internet não possam determinar que um conteúdo seja acessado com mais velocidade do que outro - ou seja, empresas poderiam negociar um contrato com as operadoras para agilizarem a velocidade de conexão aos serviços fornecidos por elas.

As operadoras argumentam que a neutralidade impede a realização de promoções que prevejam diferentes velocidades.

Um dos princípios que regem a internet, a questão vem sendo debatida em todo o mundo e está prestes a ser regulada também nos Estados Unidos. Para tratar do tema, o Marco Civil da Internet determina que a Presidência consulte o Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

O CGI.br conduz desde 19 de dezembro sua própria consulta pública, que será encerrada no dia 31, para basear suas contribuições. Já a Anatel, consultada pelo G1, informou, por meio de sua assessoria, que se manifestará no momento adequado. “Nesse momento do debate, fica a critério dos órgãos encaminhar ou não suas sugestões”, diz Sampaio, para quem a consulta "fortalece o papel desses órgãos".

Veja abaixo os pontos que serão tratados na consulta pública:

Princípio da internet

O Marco Civil estabelece que a neutralidade de rede deve ser assegurada pelos provedores de rede, mas garante algumas exceções. O decreto deverá tratar apenas de situações em que a neutralidade de rede poderá ser deixada de lado, ou seja, quando dados enviados pela internet poderão “furar a fila” e receber prioridade. As condições em que isso poderá ocorrer já foram estabelecidas pelo Marco Civil da Internet, mas devem ser detalhadas. A degradação do tráfego poderá ocorrer para priorizar serviços de emergência (de segurança pública ou de telemedicina, por exemplo) e para respeitar requisitos técnicos à prestação adequada de serviço de conexão.

Registros, dados pessoais e comunicações privadas

O Marco Civil também indica que a captação, armazenamento e o tratamento de registros de comunicações ou de dados pessoais no território brasileiro devem respeitar a legislação nacional. A regra vale quando ao menos um dos terminais está no Brasil, assim como quando a empresa, mesmo que sediada no exterior, oferte seus serviços no país. O decreto vai definir como infrações a essas regras serão apuradas.

Provedores de internet

Os provedores de internet são obrigados a manter os registros de conexão de seus clientes por um ano, em ambiente controlado, seguro e sob sigilo. Os aspectos técnicos com que esses bancos de dados, que não podem ser terceirizados, deverão ser mantidos também serão tratados no decreto.

Serviços conectados

Os sites, aplicativos para smartphones e tablets, redes sociais e outras aplicações na internet também tem a obrigação guardar os registros das vezes que seus usuários acessaram os serviços. Diferentemente dos provedores de acesso, devem armazenar esses registros por apenas seis meses. O decreto também definirá as condições de manutenção desses bancos.

Fonte: G1

08/01/2015

Brasil fica na 90ª posição em ranking de velocidade de internet

A Akamai divulgou hoje seu estudo trimestral State of Internet, que mede a qualidade da rede em diversos países e regiões do mundo. E o Brasil, que já vinha mal nos relatórios anteriores, piorou.

A internet brasileira ficou na 90ª posição do ranking referente ao terceiro trimestre sobre velocidade de conexão, com uma média de 2,9 Mbps. Isso é menos do que o que se considera banda larga (4 Mbps).

Houve um crescimento de 1,6% em comparação com os três meses anteriores, mas mesmo assim o Brasil caiu uma posição no ranking. A alta anual foi mais expressiva, de 9,5%.

O pico brasileiro foi de 20,5 Mbps, o que significa crescimento trimestral de 1,6% e anual de 23%. Mesmo assim, o pico daqui não alcança a velocidade média da Coreia do Sul, que foi de 25,3 Mbps.

Aliás, o pico brasileiro não chega perto do visto em Hong Kong: primeira colocada no segmento, a região apresentou velocidade máxima de 84,6 Mbps, sendo que a média global foi de 24,8 Mbps.

Em relação à rede móvel, a velocidade brasileira foi de, em média, 1,5 Mbps, sendo que o pico ficou em 12 Mbps. A Coreia do Sul, líder, teve média de 18,2 Mbps; e Cingapura, que ficou na frente em relação ao pico, registrou velocidade de 98 Mbps.

Fonte: Olhar Digital

02/12/2014

Brasileiro é o povo que mais passa tempo na internet em todo o mundo

Quanto tempo por dia você passa na internet? Há alguns anos, com a rede discada, somente nos finais de semana ou após a meia-noite o custo era reduzido e, portanto, era possível passar alguns períodos navegando. Hoje, isso já não existe mais — nós praticamente não separamos mais a vida online da offline.

Prova disso é o mais recente estudo da empresa de consultoria ATKearney. "Connected Consumers Are Not Created Equal: A Global Perspective" ("Consumidores Conectados Não São Criados Igualmente: Uma Perspectiva Global", em tradução livre) mostra os desafios do marketing em bolar peças para pessoas que não passam a mesma quantidade de tempo na internet. Em outras palavras, enquanto há quem não saia do Facebook e de outras redes sociais, existe também aquele que só senta no computador no final do dia para conferir as últimas notícias e o email. Ambos precisam ser impactados por anúncios e moldar a publicidade torna-se um grande desafio.

Porém, o dado mais curioso nem está aí. A pesquisa mostra que o Brasil tem de longe a maior taxa mundial (entre os países pesquisados) de "viciados" na rede — ou seja, de pessoas que passam absolutamente o dia inteiro conectados de alguma forma.

Fonte: Tecmundo

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