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PRINCIPAIS NOTÍCIAS SOBRE INTERNET E TECNOLOGIA

06/08/2014

Gmail agora suporta envio de mensagens a endereços com caracteres não latinos ou acentuados

O Google quer tornar o email mais global. Foi com este argumento que a companhia revelou, nesta terça-feira (5),que o Gmail passou a suportar oficialmente endereços compostos por caracteres não latinos ou que possuem letras acentuadas.

Com a novidade, você, usuário do serviço de email do Google, não vai mais encontrar nenhum tipo de limitação ao enviar mensagens a endereços como “武@メール.グーグル” ou “reclamação@email.com.br”.

Bom, certamente você nunca teve dificuldades para isso por não conhecer ninguém que utilize endereços de email com caracteres como os que estão nos exemplos anteriores, mas esta percepção não invalida a iniciativa: a ideia do Google é fazer com que, em um futuro relativamente próximo, usuários de todo o mundo possam se comunicar com mais frequência usando o alfabeto comum ao seu idioma.

A própria empresa ressalta que mais da metade da população mundial tem língua materna que não utiliza o alfabeto latino, que é a base do sistema de escrita de idiomas como inglês, espanhol, francês, italiano e português.

Usuários de países como Japão, Coreia do Sul e Rússia se habituaram a utilizar o alfabeto latino para acessar serviços online globais, especialmente aqueles em inglês, mas nem sempre esta é uma tarefa fácil: na China, por exemplo, é comum encontrar domínios formados só por números, como 4399.com e 518.cn, já que, para boa parte da população local, é mais fácil memorizar sequências numéricas do que caracteres latinos.

Em seu comunicado, o Google explica que a iniciativa tem como alicerce um padrão criado pela Internet Engineering Task Force (IETF) em 2012 para permitir que sistemas de e-mail possam suportar adequadamente endereços com caracteres acentuados ou não latinos.

O padrão está lá, pronto para uso, mas precisa ser adotado por cada provedor para ser útil. Para tanto, alguma empresa tem que dar o primeiro passo e é exatamente isso o que o Google está fazendo, de acordo com as palavras da própria empresa.

Esta é apenas a primeira etapa da iniciativa. Para a próxima, o Google promete atualizar o Gmail para também permitir a criação de endereços compostos por caracteres acentuados e não latinos no serviço.

Tem mais: em breve, o Google Calendar também terá suporte a outros tipos de alfabeto.

Fonte: Tecnoblog

25/07/2014

Linhas de celular que dão acesso a banda larga chegam a 46% no Brasil

As linhas de celular que dão acesso aos consumidores à internet banda larga chegaram a 46,6% em junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24) pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel). Com isso, os acessos de velocidade rápida estão prestes a se tornar a maioria no país.

Ao todo, foram registradas 275,7 milhões de linhas no sexto mês do ano. Destas, 118 milhões, o equivalente a 42,97% do total, são para aparelhos 3G (que utiliza a tecnologia WCDMA); 6,7 milhões, ou 2,45%, são modens 3G e tablets; e 3,2 milhões, ou 1,19%, são celulares, tablets e modens que acessam o 4G. Essas são as tecnologias que compõem os acessos de banda larga no país.

Ainda maioria, a tecnologia 2G contabiliza 138 milhões de linhas de celular no país. Já as linhas usadas para o chamado M2M (máquina-a-máquina, como maquininhas de cartão de crédito) somam 9 milhões, 3,3% do total.

O número total de linhas 2G já caiu acessos 12% em seis meses, período no qual os acessos de banda larga avançaram 20,7%. As conexões M2M cresceram 8% desde o começo do ano.

Os acessos móveis pré-pagos chegaram a 212,27 milhões, 77% do total. As linhas pós-pagas somaram 63,4 milhões em junho.

Fonte: G1

25/07/2014

Ministério da Justiça multa Oi em R$ 3,5 milhões por monitorar navegação de internautas

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJ) multou a TNL PCS S/A (Oi) em R$ 3,5 milhões por infrações às normas de defesa do consumidor. A condenação foi motivada em razão do serviço Navegador disponibilizado aos consumidores do Velox, serviço de banda larga da Oi.

Durante o processo administrativo foram constatadas violações ao direito à informação, à proteção contra a publicidade enganosa, além do direito à privacidade e intimidade. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (23).

Segundo o diretor do DPDC, Amaury Oliva, “a empresa, com o pretexto de melhorar a experiência de navegação, omitiu do consumidor informações essenciais sobre o serviço e suas implicâncias para a privacidade e segurança de dados pessoais. Em nenhum momento o consumidor foi informado de que sua navegação seria monitorada pela empresa e que o seu perfil seria comercializado com empresas de publicidade”.

O DPDC verificou que houve violação aos princípios da boa-fé e transparência, além de publicidade enganosa. O serviço violou, ainda, princípios fundamentais definidos pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, como a neutralidade da rede e o princípio da padronização e interoperabilidade. A tecnologia do Navegador redireciona o tráfego do consumidor na internet e filtra seus dados, de modo a compor seu perfil de navegação, contrariando padrões da rede.

As investigações começaram por iniciativa do próprio DPDC, que recebeu informações de que a parceria da Oi com a empresa britânica Phorm consistia no desenvolvimento do software chamado “Navegador”, que mapeava o trafego de dados do consumidor na internet de modo a compor seu perfil de navegação. Tais perfis eram vendidos a anunciantes, agências de publicidade e portais web, para ofertar publicidade e conteúdo personalizados.

Durante a fase de instrução processual foram consultados diversos órgãos como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel),o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Comitê Gestor da Internet no Brasil, que tem entre suas atribuições a definição de diretrizes para o uso da internet no Brasil.

O cálculo da sanção levou em consideração critérios previstos no Código de Defesa do Consumidor, como a vantagem econômica auferida, a condição da empresa e a gravidade da conduta. O valor deve ser depositado em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e será revertido em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores.

O interessante é que o despacho não faz menção ao Marco Civil da Internet, que entrou em vigor este ano e proíbe violações de nautralidade de rede e a prática de guarda de resgistros de navegação por parte dos provedores de conexão à Internet.

O cálculo da sanção levou em consideração critérios previstos no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Fonte: IDG NOW

17/07/2014

AVG faz atualização específica no banco de dados para vírus do Brasil

O antivírus AVG executou uma atualização voltada para os usuários do Brasil, por causa do aumento de ameaças virtuais criadas especificamente para o país, em português. A ideia é combater os malwares que mais atingem internautas brasileiros, conforme o banco de dados da desenvolvedora de segurança virtual. As novidades estarão disponíveis nas versões pagas e gratuitas do software; entenda melhor.

As atualizações foram elaboradas em parceria com a companhia brasileira de segurança online Winco. Por meio de um levantamento, as desenvolvedoras constataram que as ameaças específicas surgem na forma de malwares, que tem como objetivo roubar dados dos usuários para acessar grandes bancos nacionais.

A pesquisa resultou no acréscimo dos códigos e assinaturas específicas para a detecção desses ataques na versão brasileira do AVG. “Com essas atualizações, podemos dar uma resposta ainda mais rápida às ameaças que surgem diariamente”, explica o diretor de Marketing da AVG Brasil, Mariano Sumrell.

Fonte: TechTudo

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